
Ah, como é bom reviver o amor
quando antes ele estava lá:
xoxinho, triste, acoado
e, de repente, rompeu o casulo
e veio ser meu bem-amado.
Chegou com flores de verdade
com dizeres no papel
me deixou enferma
mas veio aos risos
com uma xícara de chá e mel.
Dormiu encostado nas minhas pernas
sonhou comigo a noite inteira
tomou todo o meu corpo para si
e declarou companhia eterna.
Ah, como é bom ressuscitar um amor
como se nunca estivesse estado morto
e então, de cabelo solto,
declaro o fim, enfim, da dor
(e volto).