P.O.A. em POA
Hoje encerra P.O.A - El día de las horas infinitas - na Galeria de Arte do DMAE. Até às 17:30 as 24 obras ainda estarão lá nas paredes. Para quem não foi, reproduzo a obra que abre a exposição e que tem como título o horário do primeiro e-mail que troquei com Jorge Moraga. Abaixo, o texto reescrito em português e, também, em espanhol.
A fotografia é de Marcia Cifuentes e o texto é meu.

Hoje acordei com medo de não querer mais sentir o amor.
Acordei lamentando as fugas, os medos alheios.
Acordei meio dormindo de um sonho esquisito que não lembro.
Hoje acordei com medo do medo
de não querer mais viver
pelas lembranças do sentir da dor.
Hoje acordei achando que as histórias se repetem
e elas não têm sido lidas até a última página.
Hoy desperté con miedo de no más querer sentir el amor.
Desperté lamentando las fugas, los miedos ajenos.
Desperté medio dormida de un sueño raro que no recuerdo.
Hoy desperté con miedo al miedo
a no querer vivir más
a causa de los recuerdos de sentir dolor.
Hoy desperté creyendo que las historias se repiten
y ellas no han sido leídas hasta la última página.
Quem escreveu
Muitas vezes,acordo sentindo isso tb,que coisa!
postado por: Regina | January 12, 2006 7:05 PM