Eu assisti este filme muitas vezes. E assistiria de novo. E de novo. É o melhor filme que já vi de ficção científica. Tão bom que você esquece que é ficção científica.
Céticos: assistam.
Olá, Cláudia! Jodie Foster sempre se envolve em projetos insuspeitos, muito bons... Silêncio dos Inocentes, Nell, Mentes que Brilham (este dirigido pela própria, recomendo fortemente). Apesar de dirigido pelo ótimo Robert Zemeckis, é bem para o paladar americano. Por exemplo: aquela cena da explosão é completamente dispensável para um filme com aquele roteiro, teor e proposta, não achas? Tudo bem e sorte! O filme desandou só ali, mas não se perdeu totalmente. Mesmo assim, vi Contato umas quatro vezes e me emocionei muito sempre. Isso porque lembrou muito minha saudosíssima e já falecida mãe. Sim, sou Schroeder, mas lá pelos lados de Lajeado e Arroio do Meio. Prazer.
Lembro, sim, dessa cena com esse diálogo desconcertante que o Saulo lembrou. Mas terei de ver o filme de novo, pois não me lembro bem em que parte do filme ela está inserida. Toda a concepção dele é muito ousada. Começa que o sr. Zemeckis pegou um livro do Carl Sagan e conseguiu transpor as idéias do cara de forma compreensível e sem concessões de roteiro (exceto por uma só! bem, enfim...). E o que é aquela cena quando Jodie Foster está sentada em cima da capota do carro...? A câmara vai aproximando e de repente ela ouve um sinal pulsado coerente, abre os olhos e sai correndo. É de arrepiar! Ela tinha feito o primeiríssimo contato! E a idéia do encontro com o pai na praia paradisíaca...? Sem comentários essa cena... Obrigado, prima.
Quem escreveu
"- você amava seu pai?
- claro!
- então prove."
belo filme mesmo.
postado por: Saulo | May 16, 2005 5:56 PM
Essa é a melhor parte. Sem dúvida.
postado por: Claudia Schroeder | May 16, 2005 6:12 PM
Olá, Cláudia! Jodie Foster sempre se envolve em projetos insuspeitos, muito bons... Silêncio dos Inocentes, Nell, Mentes que Brilham (este dirigido pela própria, recomendo fortemente). Apesar de dirigido pelo ótimo Robert Zemeckis, é bem para o paladar americano. Por exemplo: aquela cena da explosão é completamente dispensável para um filme com aquele roteiro, teor e proposta, não achas? Tudo bem e sorte! O filme desandou só ali, mas não se perdeu totalmente. Mesmo assim, vi Contato umas quatro vezes e me emocionei muito sempre. Isso porque lembrou muito minha saudosíssima e já falecida mãe. Sim, sou Schroeder, mas lá pelos lados de Lajeado e Arroio do Meio. Prazer.
postado por: Paulo Schroeder | May 17, 2005 4:29 PM
Paulo, o filme não se perde nem com uma explosão. Isso pq a pergunta do primeiro comentário deste post é maior do que isso.:)
Prazer, primo!
postado por: Claudia Schroeder | May 18, 2005 12:00 AM
Lembro, sim, dessa cena com esse diálogo desconcertante que o Saulo lembrou. Mas terei de ver o filme de novo, pois não me lembro bem em que parte do filme ela está inserida. Toda a concepção dele é muito ousada. Começa que o sr. Zemeckis pegou um livro do Carl Sagan e conseguiu transpor as idéias do cara de forma compreensível e sem concessões de roteiro (exceto por uma só! bem, enfim...). E o que é aquela cena quando Jodie Foster está sentada em cima da capota do carro...? A câmara vai aproximando e de repente ela ouve um sinal pulsado coerente, abre os olhos e sai correndo. É de arrepiar! Ela tinha feito o primeiríssimo contato! E a idéia do encontro com o pai na praia paradisíaca...? Sem comentários essa cena... Obrigado, prima.
postado por: Paulo Schroeder | May 20, 2005 10:25 PM