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| October 2006 »
tu sabes que coupland em microservos costumava dizer e repetir incansavelmente que mac era uma coisa BEM intuitiva enquanto pcs não eram uma coisa BEM intuitiva. se coupland me visse trabalhar nas últimas trinta e seis horas no meu macbook, ele certamente me chamaria de jumenta porque óbvio, pareço uma jumenta.
a cpu foi levada para o hospital ontem e o resultado dos exames deve confirmar os noventa e cinco pontos de chance da doença estar no HD. transplante. o pc vai precisar de um transplante. e enquanto a cirurgia dele não acontece, a gente se esforça feito rapunzel pra não perder os cabelos.
assisti pedaços e longos pedaços do emmy e parece meio vergonhoso contar isso. até onde a memória funciona, a cerimônia não costumava ser o que é. a cerimônia costumava ser com o público sentado em mesinhas redondas, lembra? porque depois que a entrega dos trocinhos terminava o público todo jantava, lembra? daí tinha aquela coisa de quase todos de uma mesma série sentar numa mesinha só, todos juntos, lembra? quando foi que isso deixou de ser assim?
por mais que pareça a maior mentira vindo de mim, juro, não havia expectativa de ver grey's anatomy ganhar o prêmio maior da noite. a expectativa estava no outstanding writing for a drama serie. lembra os episódios parte um e parte dois daquela história toda do cara que estava com um explosivo numa cavidade do corpo e que depois o cara do esquadrão dos mocinhos que cuidam de bombas explodiu (morrendo) no corredor enquanto levava o explosivo embora? lembra? lembra?? pois é, shonda rhimes, a monstra que criou grey's antomy, estava concorrendo pelos dois episódios e puta, quando chamaram o cara do the sopranos - puta de novo - imaginei a shonda chorando, mas chorando muito de frustração. mas ok. shonda tem um mundo que the sopranos não tem e que nem sabe que existe. e óbvio, tô falando dos podcasts, dos posts no blog da série, do faq no site da abc, e da calcinha da izzie que por algum motivo me lembrei agora.
kiefer sutherland tão fofosamente podia abraçar o emmyzinho dele porque jack bauer é tão terroristicamente cultura pop que assusta. por sinal, lembra o xerife tom underlay de invasion? entrou realmente na segunda temporada de prision break e JURA, ainda é um híbrido. o cara toma pílulazinhas azuis retiradas de uma caneta falsa e pensa mais do que deve. até parece que um não híbrido enxergaria tudo aquilo.
não é de direito da pessoa contar pra internet porque o supermario ficou tão abobado em alegria ontem, mas assim, supermario estava realizado. estamos soltando balões de falicidade pelo motivo e ai, sabe? alívio. deu tudo certo. e vai dar, até tudo o que fôr papel chegar.
e setembro despenca.
e pond patrol faz um ano.
e o gio abre a exposição.
lembra o cisto? pois é, ele foi embora ontem e é óbvio que vou confessar que minha despedida a ele foi um apertão que jorrou secreção pra fora. nojento? nem um pouco. quem é que nunca apertou uma espinha, um cravo na vida?
diferente da outra vez, desta fui enviada ao ambulatório sei lá qual da santa casa de porto alegre. a diferença entre uma sala cirúrgica e uma cabaninha de ambulatório é muita esteticamente falando, mas nenhuma delas te libera de ter de ficar toda pelada só usando aquele pedaço de pano estranho que puta, deveria ter uma versão para inverno.
me deixaram num cantinho do ambulatório, que tinha três cadeiras, esperadno para ser chamada. claro que vale o adendo de que nunca estive assim, desse lado de um hospital, como uma paciente. e bah, aquele pedaço de pano realmente não ajuda porque tu te sentes desprotegida. eu me senti desprotegida.
a promessa de carmela para carmela foi que dessa vez, seria simples. a carmela queria que fosse pequeno, not a big deal, you know? era um cisto. só isso. e o procedimento seria bem rapidinho e a anestesia local e PÁ-PUM, teria passado. só que daí, teve um problema.
o "cantinho", correto espaço onde me deixaram aguardando, tinha aquela quebra ou abertura gigantesca pra visão. na real, se fôr pra analisar a arquitetura, aquele "cantinho", era um corredor.
e daí passou o primeiro médico. ok, era só um médico, ele deveria estar fazendo um procedimento em alguém. e daí passou a enfermeira com uns troços na mão e ok, não sei o que era aquilo mas não deveria ser nada. que tal pensar em como organizar aquelas imagens de tal cliente? ah, não, tá complicado. então que tal pensar nos recortes pro html? ah, esse sim. e daí aquele barulho fenomenal de que bah, será que alguém tá vomitando? parece som de vômito. será que tá muito ruim? parece que está ruim. opa, de novo. nossa, deve estar ruim. acho que vou ficar olhando para aquela enfermeira no computador. é. ai, não. e daí lá vem alguém trazendo aquele negócio com rodas e uma pessoa em cima. a cabeça vira bem rapidinho pro outro lado e vamos torcer pra não enxergar nada. acho que estou ficando com medo. não. dá pra aguentar, né? vamos tentar quem sabe outra coisa. ih, o xixi está ficando mais apurado, dava pra ir ao banheiro mas acho que não quero me mexer, levantar daqui e daí ter de voltar. já pensou o que deve ter no caminho pro banheiro? quem sabe se concentrar no xixi? é, pode funcionar. por que ninguém permite um ipod aqui dentro? acho que seria bem melhor, os fones nos ouvidos, e daí não se escutaria esses passos, aquela máquina funcionando, o bipe, o outro bipe, o celular, bah, aquele médico já deve ter pedido pra ela não se mexer umas sete vezes. não sei se ele está sendo muito educado, mas ok, ele pode estar cansado, né? porra! mais um! dessa vez vamos tentar olhar para baixo, puta, mas já enxerguei. por que não viraram esse homem pro outro lado? aquela expressão do rosto dele... ele é gordo. tu viu que ele estava com os braços feito abraça o próprio corpo? será que vai passar mais algum carrinho? acho que não consigo ver mais um. dá pra desistir, não dá? o cisto não é tão feio, né? claro que ele não é, tenho convido com ele há tanto tempo sem dramas gigantescos, mas a bianca falou sobre fibrose. será que isso pode vazar pro corpo inteiro? que será que é fibrose? ai, saco, não tem google aqui. por que não se pesquisou antes? mas credo, né? o procedimento foi marcado há quatro dias, está ficando frio. será que vai ser naquela salinha? puta. o vômito de novo. aquilo não deve ser vômito. que coisa desagradável. essa pessoa deve estar sentindo muita dor, exausta. viu aqueles cobertores alí? isso é depressivo, carmela, aqueles cobertores. já pensou quem vai usar? no cheiro? o debaixo tem um furo, tá vendo? e se eu sair daqui? eu posso sentir medo, todo mundo pode, né? mas se eu aguentar? faz passar, faz passar, faz passar, faz passar. alguém devia me dar uma coisa pra se apagar. por que tem de se ver tudo isso? será que tem uma recompensa por se passar por isso? devia ter tomado stilnox antes de sair de casa. a bianca disse que queria que eu estivesse acordada. quanto tempo já deve ter passado? será que alguém está me vendo aqui? será que estou expressando cara de medo? acho que tem um tatu na narina direita. não deve ser. limpei o nariz antes de vir pra cá. tem mau hálito. óbvio que tem mau hálito. podia estar trabalhando. quanta coisa eu teria feito? bah, não devia ter lido o conteúdo do cliente. por que fiz isso? nunca fiz isso. odeio fazer isso. mas tá errado, descobri que a arquitetura está errada. por que não pára? faz passar, faz passar, faz passar. bah, se o v3 estivesse aqui já teria feito tanta merda. eu poderia falhar na coragem. eu poderia. as pessoas tem direito a isso. eu sei que tem. o pai e a mãe estão lá esperando. tu viu que triste aquela senhora lá? não! não mais um! fecha o olho rápido, fecha o olho rápido! não! e se ela ver que fechei os olhos? ela pode pensar que não quis ficar vendo ela passar no carrinho e isso deixaria ela triste. eu poderia sorrir e ela poderia achar que está tudo bem e que vai ficar bem. ela se sentiria segura, não? acho que ela não se sentiria sozinha e bah, estou me sentindo tão sozinha aqui.
as duas chegaram até mim numa velocidade impressionante, e dá pra se cogitar que quando se assimilou a presença delas, eu não me senti mais sozinha. só que eu chorei. não lembro o que elas tentaram me falar, só lembro que disse "estou com medo" e deixei aquele embrulho sair em lágrimas.
em segundos me pegaram pela mão e me levaram pra uma cabaninha. aquilo não era uma sala, nem a pau! estava eu, a enfermeira, a analupe e a bianca. deitei de barriga pra baixo e nem me importei com a quantidade de bunda que se estava sendo exposta. lembrei do xixi. e sim, eu tinha de segurar o xixi.
a bianca descrevia cada passo. cada ação. a anestesia levou séculos porque foram trocentas picadas e daí quando me perguntaram se era pior que tatuagem eu, com bochecha completamente amassada, disse que sim. imagina, quantas camadas tu estás perfurando pra aplicar a anestesia? e bah, tatuagem não tem tudo isso, né? tu tá vendo aquela mesa ali que coisa horrível? pra ti deve ser normal, mas puta, pra mim é assustador. óbvio, eu não disse nada disso em voz alta.
a anestesia baixou horrendamente a pressão. senti uma quantidade enorme de suor sair por todo o meu corpo e bah, a hora que eu tive certeza que ela ia começar a cortar, pedi pra ela não descrever pra mim. dali em diante não queria saber o que ela estava fazendo. eu sabia que ela estava tentando ajudar e bah, as duas foram um amor, mas eu confiava, sabe? sabia que elas fariam tudo certo, mas bah, eu precisava segurar. de novo.
lembro que teve aquela hora em que a enfermeira pegou na minha mão e que a bianca sugeriu de pensarmos em que tatuagem faríamos ali, naquele pedaço do ombro, onde o cisto morava, onde ficaria uma cicatriz, uma cicatriz que sinceramente, eu não estava dando a mínima. e daí eu resolvi não responder que não queria uma tatuagem ali e que eu não brainstormava tatuagem assim e sabe aquela mão da enfermeira? eu apertei. eu queria dizer tá difícil porque estou ouvindo tudo o que ela está fazendo ali e sinto toda a pressão e é desagradável. tu estás vendo o buraco que ela abriu e o que tinha dentro e tem sangue e eu como meu pai que não pode ver coisas expostas assim que desmaia, sabe? e não me pergunte como então gosto de ver CSI ou qualquer série que envolva medicina porque é diferente. agora sei que é diferente. aqui é ruim. esse cheiro é ruim. parece cheiro de coisa ruim. estou com medo, sabe? e está bom assim, segurando a tua mão.
o efeito da anestesia passou rápido demais. quando o suor começou a diminuir, comecei a sentir a bianca puxando aquele fio preto. e puta, ela puxava forte. e daí reclamei. tem dor. e ela disse que já estava terminando. tem dor, termina rápido.
pedi pra me vestir sozinha. lá no vestiário mesmo. eu tinha feito um pouco de xixi naquele pedaço de pano e eu não queria companhia naquele momento de "volta a si". ah, dei um beijo na bochecha da analupe quando agradeci e disse tchau. a bochecha dela era macia.
achei tão meigo no dealbook do new york times, naquele parágrafo em que eles dizem "Tuesdays news is especially interesting in light of a recent post on the GigaOm blog, which offered this offbeat suggestion: Apple Computer should buy YouTube."
tu pegas as palavras "post" e "blog" e elas parecem tão usuais, sabe? de tipo, elas já fazem tão parte da vida que a gente não precisa mais explicar o que é um post ou blog. óbvio que a impressão intelectual é bem diferente, mas a não intelectual, acha meigo.
a ah, eu não acho que a apple deveria comprar youtube. sou do grupo que pensa "aint gonna happen - not in a million, zillion, ca-gillion years".
tv.com anda dizendo que o primeiro episódio da terceira temporada terá o título "time has come today". imagina-se que irá ao ar no dia vinte um de setembro e que the buzz on this episode makes you want to...
sabe, é dia vinte de agosto e não quero deixar um gap neste espaço. também não quero explicar porque se pensa que poderia existir um gap então vamos tentar resumir as coisas assim: i had an edge. i had an edge and i've lost it, and i need it. i need it back.
existiam muitas dúvidas, mas vou tentar responder as onze questões enviadas pelo jeffre da open intelligence agency. e não, o mais complicado não é esse projeto ter sido pedido pra ser enviado em video. o mais complicado é o adendo que diz "when youre answering these questions, let your imagination roam. tell stories. we want you to answer the questions of course, but you can do it in more than one way."
Question 1.
Who are you? Wed like to know your name, age, the place you live, your favorite song and anything else that will give us a sense of who you are.
Question 2.
Show us around. Give us a quick narrated tour of the place where you most often use the computer. (No need to tidy up.) The tour should include a description of the computer, any devices you connect to it, other things you often use while youre on the computer (music players, television, telephone, books) and the space itself (What kind of room is it? Whats the atmosphere like?)
Question 3.
What are the main things you do on the computer? How do you spend your screen time?
Question 4.
What websites do you visit most often and why?
Question 5.
Whats your earliest memory of using a computer? Whats your earliest memory of using the Internet?
Question 6.
How would you describe the Internet to someone who didnt know anything at all about computers? Is there a good metaphor to capture it?
Question 7.
With all the stuff available online, how do you find whats interesting, fun or useful to you? What skills and tools do you use?
Question 8.
Of course, sometimes youre not really looking for anything in particular online. Youre just kind of looking around. You get distracted. Whats likely to catch your eye then?
Question 9.
You may have heard the word edge used to describe a particular kind of attitude or personal energy. How would you describe that attitude? What are some examples of it? Is edge a good thing to have, and if so, how would you get it?
Question 10.
We would like you to look at two different sets of ads for the same product. Look at this one first and then this one. Then just tell us what you think. What are the pluses and minuses of each? Do you find one easier to understand than the other? More interesting?
Question 11
What kind of information on the web is most trustworthy? How can you tell?
(a observação final? eu realmente achei as perguntas bem pensadas)
quando voltei da sessão na quarta, a fuga de pensamento (o efeito colateral dos remédios que o caetano disse que estou tendo) me fez de coração e quase chorando, enviar emails para a mirela com as seguintes questões:
tu já chorou lendo um post de alguém?
tu choras quando escreve os teus?
a academia nunca pediu, indicou ou alguma vez comentou sobre a vida digital de negroponte. e de coração e quase chorando, a compra online da semana juntou negroponte, castells, johnson e o filme documentário com um monte de phd nerd americano falando em linguagem pra nós mortais sobre a vida através da fisica quântica. a academia me ensinou muita muita coisa, mas o que academia não me ensinou foi que meus pensamentos podiam ser escritos em folha de papel de carta (daqueles com cheiro) em caneta cor de rosa fosforescente e cercado de corações desenhados freneticamente com caneta azul bebê. daí aquela deslumbrada que tu sempre foras e que a academia não gostava, PULULOU quase sem acreditar na esperança de que ainda existem deslumbrados (como eu) por este vasto, vasto mundo.
email recebido na madrugada de sexta para sábado.
Hi Carmela.
I'm a researcher putting together an online panel for M&C Saatchi, a London ad agency. Basically, it involves finding people who are doing interesting stuff with digital technology and asking them a few questions about it. Podcasters, bloggers, vloggers, artists. As long as they're immersed in the digital world and have opinions that they're eager to express.
I liked your interview with Chuck on Blogumentary and thought you'd be great for this project.
You'd get 100 British Pounds (about R$410) for answering 11 questions on webcam and uploading it to our site. Some example questions: What is your earliest memory of using a computer? What are your favorite search tools? That sort of thing. The video will be used to help people at the agency get a more human feel for what's going on in the digital world. It will *not* be used in advertising.
The deadline for uploading is August 21st, so if you're interested, let me know and I'll send you a link to the site for questions and uploading.
Best regards,
Jeffre Jackson
www.openintelligenceagency.com
ficamos dezessete dias sem nos falar e quando liguei pro eric na segunda, ele não sabia que o gio havia me contado que no dia anterior eles (jenna incluída) haviam se falado. a ligação do fixo 51 pro celular 607 do eric é uma experiência. ok do 51 escutá-lo perfeitamente, mas o inverso nunca ocorre e somado a isso, aquele delay é tão literalmente retardo que fadiga qualquer possível e esperançosa conversa que seja cogitada nesse mundo. daí puta, tu lembras que a penúltima conta de celular te custou mil oitocentos e oito reais e tu pedes pro outro lado desligar sem a menor dor na alma do bolso. sabe aquela coisa que as pessoas dizem? que dinheiro não compra felicidade? é mentira, não completa, mas num caso como esse, ah se compra, e compra MOITO, com a letra "o" mesmo.
dezessete dias sem notícias compreensivamente deixariam o eric "concerned", mas como explicar as coisas que andaram acontecendo? tu diz que tu pensastes nele e em ligar muitas vezes mas tu acabastes não ligando porque tu não querias que ele te "vistes" daquele jeito. ele pergunta que jeito e tu diz "triste". mas daí como explicar que tu não querias que ele soubesse que tu pensavas em morrer, que tu pensavas em se matar, que tu havias encontrado uma forma de morrer, que tu havias descoberto como se matar, que tu havias feito sonoterapia mas ainda pensava que a sonoterapia com choques teria ajudado mais, que tu sentias tanta dor por dentro que quando tu choravas era de pena de si mesma? por que no mundo eu gostaria que o eric soubesse disso? ele te diz que é, ele não saberia ou sabia como ajudar mas que eu devia ligar sempre que sentisse vontade porque ele estava ali".
ELE ESTAVA ALI.
HE CARES, traduzido pelo caetano.
a ligação continua e tu perguntas sobre diversas coisas, ele te conta sobre os dias dele, sobre o trabalho, sobre o problema do carro, sobre o spencer estar na nova zelândia, sobre o banks que está ficando com pernas longas, sobre a incomodação número oitenta e nove que ele teve com um dos roommates, sobre ele ter conversado com o teu irmão e tua cunhada e sobre o que vai acontecer depois. tu pensas ai, senhor, estou tentando viver o dia de hoje me cuidando pra não sofrer um tilt e acontecer uma coisa feia, muito feia e ele quer saber o que vai acontecer depois quando eu voltar? tu pensas porque diabos ele está pensando nisso e daí tu diz que é pra ele não pensar ao que ele te responde que não consegue e tu tentas mais uma vez com tenta parar o cérebro, eric! ele te conta que até a jenna disse que eu devia ficar, que a jenna disse que daí tu podias se mudar pra steamboat e ficar trabalhando de lá e ele te pergunta mas como tu ficarias sem um visto se é um pesadelo ser ilegal ainda mais com tudo o que o presidente tem feito? tu sorri por dentro, diz pra ele que então ele pode se casar contigo e resolver essa situação e ele te responde que não está preparado pra isso e tu diz que é brincadeira e pergunta se a jenna andou assustando ele que finalmente volta a respirar normal.
*epícteto, filósofo na grécia antiga.
ps.: há três dias, sem esforço algum (daqueles de puxar a barriga pra dentro e prender a respiração), consegue-se fechar todas as jeans tamanho 34 do armário.
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