Main | until we finally understand for ourselves
what benjamin franklin really meant »

whenever she's happy is worth every minute that we've saved ourselves

o papel do correio avisando que o pacote do eric estava esperando para ser retirado apareceu ontem no mailbox. quando voltei da rua com o cookies esta manhã, supermario e mãe estavam esperando para saber o que havia chegado.

quando o supermario voltou de berlim, claro que um presente ele tinha pra mim. pra total surpresa, supermario não havia apenas trazido chocolate pra filha dele, ele também tinha uma sacola com uma caixa da swatch pra ela. sempre acreditei que o supermario é capaz de idéias incríveis para presentes, mas um relógio com traços rococós meio que ultrapassava a minha idéia de incrível.

não, o relógio não é incrível, mas a intenção por trás dele sim. e explico: não sou adepta a controle de horas num pulso mas sou por demais adepta a ouvir um pai dizendo que bah, o design daquele objeto se parecia muito com as tatuagens da filha dele então tinha de ser aquele o presente dela. sim, acho que foi a primeira vez que ouvi meu pai falar a palavra "design" na vida e sim, foi a primeira vez que ele disse em voz alta na minha frente, que a filha dele tinha tatuagens.

assim como a unicidade do presente do supermario, imaginava eu que o presente do eric não seria lá a cara de carmela mas que seria também algo único. único da pessoa que o escolheu pra mim, único para a visão dela a minha, úníco para as escolhas dela diante das percepções que tem de mim.

eric enviou um necklace e um cartão. um necklace realmente lindo, mas que eu ainda não sei se usaria com frequência. eu sei quanto tempo ele demorou para escolher e sei que isso o faz ser por demais de especial. é trazer algo do mundo de escolhas dele, para o meu mundo onde peças envoltas no pescoço, não são comuns. e o cartão, ah, o cartão. trazia a foto de um dos fotógrafos prediletos dele na capa, e dentro, o espaço branco completamente preenchido com linhas e linhas de caligrafia de menino.

é claro que levei o cartão até a sala de inverno para ler bem sossegada deitada no tapete entre almofadas. e é claro, eu chorei, tamanha era a beleza de tudo aquilo ali.

TrackBack

TrackBack URL for this entry:
http://www.meltoni.com/cgi-bin/mt/mt-tb.cgi/230

Comments

ah! que meiguinho!!!

... e a beleza e a complexidade? ... ai, ai... eu já gostei muito desse menino.

Post a comment

(If you haven't left a comment here before, you may need to be approved by the site owner before your comment will appear. Until then, it won't appear on the entry. Thanks for waiting.)

Name:

Email Address:

URL:

Remember personal info?

Comments:
(you may use HTML tags for style)

Categories

Powered by
Movable Type 3.35