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eu amo o nerd do marc bianchi.
e hoje eu o amo mais ainda porque eu ouvi the past presents the future e meu coração fez assim: ZOOM IN.
são quatro as minhas prediletas do disquinho, mas a mais mais é tão o melhor formato do bianchi que eu até temo dizer que supera a minha paixonite aguda por my girlfriend's boyfriend (do young machines de 2003).
the great parade (tô deixando aí pra download) tem que ouvir até o fim. sério. passe dos três minutos em silêncio contemplativo e depois sambe se quiser, cante 'here comes the sun' em versão 'here comes YOUR SUN' e preste atenção na letra. i think it's worth the risk.

ontem à noite eu me encontrei tendo estes pensamentos estranhos com cálculos. eu tentava saber quanto mais eu precisaria trabalhar este ano para conseguir visitar o gio e a família bentlage no ano que vem. aquele tipo de coisa que eu posso pedir as milhas da delta, tirar um visto canadense, pedir carona até a borda e pegar um onibuzinho até london pra encontrar a kate. claro que nos meus pensamentos fora do lápis não existiria a necessidade de ir até ontario ou até michigan e na real a viagem poderia simplesmente ser umas semanas de verão do outro hemisfério lá com meu irmão - apenas.
a curto prazo, faltam apenas oito dias para um torrent com o primeiro episódio da terceira temporada de the oc chegar na rede. sim, eu já assisti os cinco trailers com aquele narrador super dispensável.
john cusack passa quase que o filme inteiro com uma camiseta dos ramones, e embora nem ele nem diane lane realmente tenham cachorros na trama, must love dogs é meigo. sim, eu esperava bem mais do filme como de costume, e mesmo que o casal não tenha me convencido com a proposta de romance, a composição inteira é sacada.
the weight is a gift, o novo disquinho do nada surf é quase que literalmente do it again, mas bom mesmo é o single novo de broken social scene, 7/4(shoreline).
my morning jacket em z
i am kloot em gods and monsters
portastatic em bright ideas
orange juice em the glasgow school
o ícone do ipod verde fica piscando, rosinha.
ps.: shopgirl dizem, é baseado num livro de steve martin e claro, tem ele, claire danes e jason schwartzman no elenco. óbvio que eu vou assistir por causa da claire, porque tem notwist em consequence na trilha, explosions in the sky e death cab em sound of settling também.

o susto aconteceu no meio de uma ligação. eu simplesmente me virei para trás da cadeira do workspace e todo o sangue estava lá, espalhado pela colcha da cama.
o cookies havia lascado uma unha da pata direita traseira sem eu saber como ou entender porque. ele não chorou, ele me deixou descobrir a razão do pânico materno e ele aceitou até mesmo um curativo.
a veterinária passou em casa e só soube dizer uma coisa ao nanico:
"tu só dá trabalho pra tua mãe, né?"
ps.: a mãe ficou de babá do cookies noite passada visto que eu finalmente fui até a zona sul conhecer o ateliê e a casinha da lis. por volta da uma da manhã eu voltei e acabei descobrindo que a mãe havia definitivamente entregado o coração dela para o neto. sim, o cookies estava dormindo na cama dela, ao lado dela, e de barriga pra cima. não, ele nem sequer me ouviu chegar.
há duas semanas, numa gelada tarde de sábado, eu conheci um paciente do caetano no meio da padre chagas. minha reação instantânea foi pular de alegria e agir como a pequena grande retardada que consigo ser em relapsos momentos. eu estava feliz. simplesmente MUITO feliz e pelo único e tão minúsculo motivo de sentir o caetano mais próximo de mim, assim, INEXPLICAVELMENTE.
o caetano me tratou por três anos e se fizessem chamada oral hoje comigo, eu ainda seria capaz de descrever perfeitamente o consultório dele. aquele ambiente conseguia ser meu, pelo menos por duas horas, duas vezes por semana. e embora por um tempo eu odiasse a convivência com esse homem de joelhos operados, depois que outro tempo passou eu nunca mais consegui tirar do melhor espaço do meu coração, a convivência que tinha com ele.
depois de oito números discados há duas horas atrás:
eu: caetano, é carmela.
caetano: carmela! quanto tempo!
eu: pois é.
caetano: que saudade, carmela.
eu: ah..., não mais do que eu de ti.
eu: tu ainda estás atendendo pela unimed?
caetano: sim.
eu: então o que tu achas de eu voltar?
caetano: como estão seus horários?
o break na pauta está marcado pra terça-feira à tarde.
e eu mal posso esperar.

tecnologia é tudo. mensagem via celular da espanha e a gordinha voltou a postar. penei arrumando minha holga com filme de 35mm, mas o primeiro filme dela saiu tão cheio de ternura que eu vou ter de dizer de novo: GIO, MUITO OBRIGADA PELO PRESENTE (sim, a foto acima é a primeira frame da MINHA fofa holgalinda).
ps.: terminei minha torrent's wish list para esta temporada.
nela constam:
- elizabethtown: porque eu odeio o orlando bloom mas acho o cameron crowe du caralho.
- just like heaven: porque o mark ruffalo é meu número.
- must love dogs: ah, caramba. o título diz tudo embora tu ainda tenhas john cusack como mocinho.
- broken flowers: ó... bill murray....
iron & wine + calexico = in the reins
o disquinho tem sete músicas e vai ser lançado na primeira quinzena de setembro, mas a internet trouxe mais cedo e tu conheces essa história, né?
a sexta música é pra SURTAR.
16, maybe less.
tem marchinha e é triste. daquelas que SÓ EU SEI AMAR.
ps.: meu irmão. é doente e é a criatura mais criativa que já conheci na vida. daqueles que SÓ MEIO MUNDO SABE AMAR.

a gorda está embarcando pra europa esta noite e será por praticamente um mês que eu ficarei sem a minha publicamente conhecida irmã-amiga. o tempo realmente não me perturba porque com isso já estamos acostumadas, mas se dar conta de que um mês sem confirmação de contato pela internet pode rolar, realmente é algo que não soa bem. eu ando acostumada com conversas demais, e curtas mensagens via celular antes de dormir. e ficar sem isso agora parece coisa de psiquiatra que corta teu anti-depressivo sem aviso prévio.
de qualquer forma, a gorda sem querer me deu um surpreendente presente de despedida. terça à noite a famosa banda de beco dela tocou num barzinho tão minúsculo quanto o contrário do propósito do nome e pra mim, tudo aquilo foi uma revelação. ok, que a gorda cantava eu já sabia, mas que ela REALMENTE SABIA CANTAR, eu não tinha a menor idéia. claro que a minha sinceridade ultrapassa o suportável e eu não me abstenho de dizer que em termos gerais a banda sucks, e eu acho que este é um ponto que deve ser bem esclarecido, porque eu não tenho problema nenhum com banda de dois violões mas eu sim, tenho problema com bandas que tocam de outfield a ronnettes e permanecem com covers até o fim. entenda: eu amo indie, mas veja bem, indie com identidade.
como eu sugeri a véia logo depois que a gorda terminou de cantar don't let me down, a gente poderia dar um upgrade na nossa amiga e já colocá-la numa banda grande. ou quem sabe até montar uma banda pra ela e financiar sua carreira solo. porque uma coisa deve ser frisada aqui, a gorda canta com voz de NÊGA e ai jesus, que vozeirão!
ps.: a juliana hatfield está com disco novo e eu simplesmente tô achando fascinante que minha musa dos anos noventa reapareceu pra chutar as bostas com o verdadeiro intuito de sujar a rua. essa coisa de whole mission statement não chega a ser afudê, mas chega a ser sim, BEM A CARA DELA.
plans na rede.
me sinto seth cohen.
amo death cab for cutie.

semana passada eu comecei a ser adestrada e isto provavelmente era uma das coisas que eu jamais me imaginei fazendo antes de morrer. mas eu também nunca me imaginei tendo um cookies, então uma coisa levando a outra, talvez faça todo o sentido.
ser adestrada é muito pior que aprender a tabuada. e muito pior ainda é perceber que teu cachorro em aulas de adestramento parece ser muito mais inteligente que você.
aprender a adestrar é sério... é uma arte. tem tantos detalhezinhos envolvidos que eu tenho medo de não ser capaz de seguir e fazer como devo. tenho que aprender a andar devagar, aprender a segurar a guia com as duas mãos (sendo que uma é diferente da outra), tenho que aprender a relaxar os meus braços, tenho que aprender a falar baixo, tenho que aprender a dar um toque seco na guia a cada vez que digo um comando e tenho que aprender a sincronizar meu comando com o toque seco na guia com o meu movimento de corpo (ou seja, três coisas duma vez só). claro que isso não vai ser pra sempre e vai ser até o cookies estar completamente sabido e formado, mas é MUITO trabalhoso. mas da mesma forma que é trabalhoso é bacana ver o cookies me atendendo.
tipo AUTO cookies! e o cookies pára.
tipo, SENTA cookies, e o cookies senta.
tipo, VOLTA cookies, e o cookies volta.
tipo, FICA cookies, e o cookies fica.
hoje foi minha segunda aula de adestramento, e por isso entenda: MÃE GUIANDO O FILHO. o professor agora cuida de mim e não do cookies, e ele passa o tempo todo me corrigindo ou provocando o cookies pra que ele faça algo errado. mas ele não faz. O COOKIES É O MELHOR ALUNO DO MUNDO.
mas nessa minha segunda aula sendo adestrada eu recebi meu primeiro parabéns. na verdade foram vários, mas eu não posso aceitar tantos se amanhã acontecer de eu errar. vai ficar feio. então eu aceitei um parabéns. aquele que serviu pra me dizer que eu posso ser capaz de liderar o cookies, guiar o cookies e fazer do cookies, o meu menino gênio obediente.
nós aprendemos o comando "aqui" hoje, e desta manhã em diante o cookies deve permanececr com o colar enforcador no pescoço até o dia em que o professor dele me permitir tirar. na real, eu queria mesmo era que o professor dele tivesse tirado a camiseta que vestia hoje e tivesse dado pra mim. sim, era uma camiseta de campeonato de agility.
ps.: o site da piccolo dolce foi pro ar (feliz).
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