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nos próximos meses o estado de são paulo (jornal) estará sorteando cinco palios adventure 1.8 flex (a promoção só é válida para assinantes). o carro custa cerca de 58 mil reais e tirando o fato de que ele é perfeito para se carregar o cookies, ganhá-lo seria algo como dar sete passos de uma vez para dentro do futuro.
telefone.
eu: tu nem sabe.
fabricio: o que?
eu: roubei dois cupons da vizinha.
fabricio: como assim?
eu: ah, logo que tu saístes eu vi que ela havia deixado os jornais do final de semana ao lado da lata de lixo, daí fui ver se ela tinha rasgado as páginas dos cupons, mas não! então eu peguei pra mim. agora já temos quatro.
fabris: isso é bom.
eu: já pensou se a gente ganha?
fabricio: seria legal, daí cada um teria um carrinho.
eu: não! tu não tá entendendo.
fabricio: como assim?
eu: não é pra cada um ter um carrinho. a gente vende a formiga e fica com o palio porque é melhor pra carregar o cookies.
fabricio: mas se tu ficasses com o carro tu poderias fazer tuas coisinhas sempre.
eu: mas eu não preciso fazer minhas coisinhas sempre e tu não tá entendendo! tu tá pensando em gastar enquanto eu tô pensando em fazer dinheiro. tu queres pagar mais estacionamento, mais gasolina, mais seguro e mais todas aquelas tranqueiras de carro. e o que eu tô pensando é que a gente poderia vender um dos carros, quem sabe o palio que vale mais e usar esse dinheiro pra dar de entrada num apartamento, entendeu?
fabricio - rindo: entendi.
ps.: sábado enquanto eu estiver voando, o fabricio vai estar com os meninos vendo white stripes.
menos de uma semana para o embarque.
dez dias para o casamento.

quando um jogo pirateado para play2 trava, a única solução é ir trocar ou comprar outro. god of war tem sido as férias ou o descanso do anão do fabrio em wow e quando o jogo travou na sexta à noite, a ida a santa efigênia no sábado se tornou incontestável.
como eu conheço bem o fabricio, tão bem a ponto de até mesmo saber quando ele quer fazer xixi, é óbvio que eu notei que ele estava desconfortável com o fato de me meter naquela área da cidade em que a melhor referência é a índia. ele me puxava pelas mãos e me fazia ter de correr ao invés de andar. ele mal deixava eu parar por dois minutinhos numa esquina pra tirar foto e ele simplesmente estava tão nervoso que entrou numa mesma galeria duas vezes sem perceber.
fabricio: ai, namorada, desculpa te meter nesta indiada.
eu: pq? eu tô adorando! olha só onde tu me trouxe! eu adoro uma bocada diferente em são paulo!
fabricio: ai, namorada... tu me aguenta tanto!
eu: até parece. será que daqui a gente pode passar pela estação da luz e depois no bom retiro?





o fabricio anda tão bonzinho que à noite ele me perguntou se eu não gostaria de ir à pinacoteca ver henry moore no domingo de manhã.
eu: CLARO QUE SIM!
fabricio: então vamos e daí tu já aproveitas e vê de perto a estação da luz.
ps.: ninguém pode saber é um daqueles filmes que tu deves ter em dvd na dvdteca de casa. vimos na quinta à noite depois de uma tumultuada tarde tentando escapar da passeata para jesus na avenida paulista. eu não me recordo de ter visto uma outra obra tão uniforme e linear, apesar de filmes japas terem doses recorrentes de linearidade em suas concepções. na real, koreeda fez uma obra um pouco até perfeita demais, com pequenos atores que são um pouco grandiosos demais.
ao que tudo indicou, o erro fatal foi o plasil dado ao cookies antes de sairmos para buscar o pai no hotel no início da tarde de sábado. na viagem de ida para ribeirão preto, o cookies vomitou quatro vezes e somando ao fato de que choveu no domingo, a viagem para ele deve ter significado algum tipo de castigo visto a depressão em que se encontrava ontem.
mas se tem uma coisa da qual o cookies não pode reclamar é do carinho que ganhou do lorenzo. e nem eu nem o fabricio temos do que reclamar porque o neto do supermario está algo impossível de se medir em fofura.




ps.: sim, eu me senti uma amiguinha da idade do lorenzo.
quando eu levei para a patricia os dois últimos cds com o terceiro e quarto mix de oc, ela tentou explicar para a irmã da leila da voodoo doll como era o seriado. é barrados no baile moderno, sabe? ela disse. a patricia pediu que na última atualização da laundry eu inserisse novos ítens na área "we love" do site, e se tu entrares lá agora, vai descobrir que o barrados no baile moderno da patricia, é tudo o que ela mais venera no início da madrugada das quintas feiras.
the oc realmente pode ser descrito como um barrados no baile moderno, mas eu ainda acho que vale o elogio a saga adolescente com o toque "ryan" no roteiro. além disso, o trabalho que a produção tem para com a seleção das músicas é algo que barbariza qualquer zach braff da vida, e a minha referência a isso tem relação com a quantidade de vendas que a trilha de garden state teve: top apple music store por meses.
diferente de garden state, de gilmore girls e de before sunset, josh schwartz não deu exatamente o que o público queria no episódio final da segunda temporada até porque trey sempre teve um telefone sem fio ao invés daquele clássico modelo branco que quase matou ryan.
sim, jose gonzález trazendo o pequeno pônei de summer e imogen heap levando os passos durante o velório de caleb foi tão tocante quanto the album leaf deixando kirsten na clínica de reabilitação.
josh schwartz não falhou em recuperar mais uma vez as raízes da série. se no ano passado o término da primeira temporada havia sido uma versão inversa do episódio de estréia, neste ele une o grosso das feridas de todo mundo, aquelas, também do princípio.
desde as if eu não via um exercício tão bom de edição e movimentos de câmera e sim, eu me refiro especialmente a morte de trey.
caleb morreu porque precisou se liberar do seriado para cumprir papel em outra produção. o filho de ryan se parece muito com ele apesar da imagem do bebê não ter realmente aparecido, e george lucas contracenando com seth cohen parecia tanto um porquinho da índia que não havia como não seguir seus tão doces conselhos mágicos.
não, o btefnet não ressuscitou, mas eu encontrei uma pequena luz de sorte no fim das buscas e além do penúltimo episódio de the oc baixado, estou com o último garantido para sexta feira.
sim, a season finale de gilmore girls foi ontem e eu assisto amanhã. se luke vai dizer sim ou não ao pedido de casamento de lorelai já não me interessa mais porque seth cohen pode ser um idiota, mas "fix you" do coldplay foi perfeita.
o btefnet está falido e com isso, as minhas esperanças de ver o final das temporadas dos meus enlatados foi pro ralo. o btefnet ficou fora do ar de quinta até ontem quando a mensagem de we are in desperate need of assistance to pay webhosting and design costs for our new website and domain apareceu. é triste, mas depois que o tvtorrents foi obrigado a fechar meses atrás, era de se esperar que a desgraça continuasse. e como se não bastasse, o mininova é uma MERDA GIGANTESCA oferecendo arquivos corrompidos pra downloads e o resultado, é óbvio - estou sem patrocinadores para meus tão míseros e adorados momentos de entretenimento diante do pc querido.
ps.: a boa notícia: the boy least likely to é tão meigo quanto o nome (sim, eles tem uma música sobre monstros debaixo da cama).
eu imagino que a descoberta do vagal sobre o fato de eu não comer carne andou perturbando a mente dele.
domingo, enquanto estávamos na fila para a sessão do koreano old boy (por sinal o filme é excelente) o vagal quis saber o que eu comia.
vagal: então me conta como é a sua dieta.
eu: a minha dieta?
vagal: é, o que você almoça por exemplo.
eu: ah, atualmente minha dieta tem sido miojo.
vagal (chocado): miojo?
eu: é, estou indo para a terceira semana só comendo miojo, é econômico, sabe? só gasto um real pela refeição e não tem sido tão ruim apesar de na sexta, bah, eu não queria comer mais, sabe? mas pra essa semana eu comprei uns modelos diferentes pra dar uma variada, tem um agora que é de parafusinho.
vagal (chocado): mas...
eu: pra ti ver, faz cinco semanas que eu não faço a minha mão, e isso tá me gerando uma economia de trinta reais por semana. é, eu sei, tô me destruindo, mas preciso economizar.
vagal (chocado): ...
fabricio: mas tu precisas explicar pro vagal porque tu queres economizar.
eu: é.
fabricio: é que ela vai viajar, vagal.
paula (namorada do vagal): pra onde você vai?
eu: pro casamento do meu irmão, em denver.
paula: então sua economia faz sentido.
ontem o fabricio me levou para almoçar no restaurante gero do grupo fasano com a explicação de que eu mereço sair para passear e comer em um restaurante bom uma vez que tenho trabalhado tanto.
eu achei que ele não tinha notado, mas talvez seja impossível não perceber o barulho do microondas fazendo café as quatro da manhã ou perceber meu estado por volta das onze da noite.
eu ganhei um carinho gigantesco ontem e eu só consegui ver compaixão dentro de todos os abraços do fabricio.
ps.: sim, também vimos a queda. válido em todos os 140 minutos.
o cookies me deu o melhor presente do mundo no dia das mães.
uma vez convidado a ir junto tomar café da manhã no anquier, o cookiezinho se aprontou mais do que rápido e mais rápido ainda andou pelas quatro quadras até chegar a seu posto de parada. e assim que ele chegou, a ruivinha também chegava e sem largar do cookies, um minuto sequer ela ficou.
as fotos não estão as melhores do mundo porque uma, se eu ficasse de frente poderia perder o momento e duas, se eu ficasse tirando foto o tempo todo perderia meu café da manhã.




ps.: se tu ainda não entendeu o melhor presente do mundo que o cookies me deu, é simples. substitua a ruivinha por uma carmelinha ou um fabrizinho e tu compreenderás o que eu senti.
apesar de todo o ranho do mundo (o fabricio continua absurdamente gripado e sobrevivendo devido ao kit vicky de dois comprimidos a cada quatro horas, chá três vezes por dia e pastilhas a cada hora) não deixamos os planos para trás. sábado de manhã eu e o fabricio fomos ao ibirapuera checar corpos pintados na oca, uma mostra que apesar de não ter todo o dinheiro que a brasil conects tinha, não deixou de animar os olhos e de surpreender a gente. a cie está alugando o subsolo e o primeiro andar até trinta de junho por 401 mil reais. um dinheiro que vale a pena apesar de não parecer ter sobrado muito para a organização das peças no espaço físico dos dois andares. só que tem uma coisa, aquelas esculturas perdidas no subsolo são algo doutro mundo tamanha perfeição. o fabricio estava crente que algumas até se mexiam de fato.



ps.: faltam só dois episódios para o final da segunda temporada de the oc. o episódio de quinta (usa air dates) deixou transparecer que tudo o que a gente esperava da temporada inteira, acontecerá somente nos três episódios finais. e já que a gordinha perguntava tanto se haviam esquecido da tereza, ela deve voltar no penúltimo ou no último episódio visto que pra descobrir sobre a tentativa de estupro do irmão (sim, ele tenta estuprar marissa), ryan volta à chino. e sim, kirsten não morre.
se alguém, algum dia quis saber como era o cookies de manhã, aí está. e sim, domingo será meu primeiro dia das mães.


ps.: o gio avisou hoje que minha lc-a chegou :)
eu poderia dizer que estou louca pra que chegue o sábado para que eu possa ver a mostra multimídia na oca, eu poderia dizer que já passamos do dia quatro e que falta menos de um mês pra viagem e que eu continuo contando os dias e eu também poderia dizer que não vejo a hora do dia vinte chegar porque no vinte e um iremos pra ribeirão preto e rever o lorenzinho vai ser catastrófico pro meu coração (sem falar pro meus hormônios).
de tanta coisa a se ter boas expectativas a única coisa que espero DESESPERADAMENTE é que este pedregulho dentro de mim vá embora. e por pedregulho eu posso descrever um punhado de sentimentos insistentemente incomodativos. angústia, nervosismo e ansiedade - todos dentro da área profissional que atualmente ocupa cerca de noventa porcento do meu ser.
a semana está sendo difícil. é um bloco do bem se chocando contra um bloco do mal e meu coração berrando por lágrimas a todo momento. não, eu não tenho chorado embora tenha conseguido na terça feira e sim, também foi na terça que o quinto episódio de agressão pública do ano aconteceu: uma grávida de sete meses xingou a mim e ao cookies bem em frente a sinagoga. como de costume eu xinguei de volta, mas também como de costume, eu percorri o caminho até o pão de açúcar beirando o pranto maior.
ps.: everything bad is good for you do steven johnson:
wishitem for the trip.
acabei de receber este email do registro dizendo que a partir do dia nove será possível registrar domínios com os caracteres permitidos na língua portuguesa (vogais acentuadas e o cedilha exclusivamente).
com tanta informação no email, eu ainda não compreendi qual a utilidade (REALMENTE BOA) deste feito, e outra... WHOIS com os novos caracteres não vai funcionar no safari.
então me diz.... pra que?
a gorda costuma dizer que eu faço tudo pela internet, ou quase tudo já que eu ainda não posso dar uma de "amélia" através da rede. às vezes eu penso que se pudesse, todos os meus pequenos-grandes problemas não mais existiriam e que a minha doença involuntária quanto à amelice teria seus dias de colapso, salvos.
sábado foi um dia desses, mas o colapso não teve salvação.
como todo bom final de semana em que se pode aproveitar as quarenta e oito horas para descansar, o fabricio foi liberado a jogar WOW no pc por quanto tempo desejasse. eu tinha de ir à laundry na parte da tarde (por sinal a coleção de inverno já está no ar desde sexta), e a programação dizia que quando voltasse, pra cozinha iria preparar um capeletti ao molho vermelho com legumes ao vapor e hamburguer de peito de peru (light, e para o fabricio - óbvio).
o que aconteceu não foi culpa minha. e por mais que eu tenha ficado furiosa com o fabricio, conhecendo os bons modos e o jeito incondicional dele em ser sempre bonzinho... bem, também não tenho como culpá-lo.
o vagal (em algum momento de minha ausência) ligou para casa dizendo que viria nos visitar com a maggie. eu só fiquei sabendo disto quando por volta das quatro da tarde liguei pro fabricio pra avisar que o tartaruga estava na garagem e que ele teria de estacionar o carro pra mim quando voltasse. pra quem não sabe o tartaruga é esse super gordinho nanico que tem a vaga ao lado da nossa e que tem um carro tão grande que parece ser um milagre o fiesta caber ao lado dele.
de qualquer forma, a maggie.
quando o fabris terminou a frase que continha a sentença "maggie em casa" toda a minha possível alegria do dia foi embora. evacuada, roubada, extinguida. a maggie nos visitar poderia parecer o programa mais bacana PARA O COOKIES num sábado frio. só que pra mim, além de ser um sábado frio, era um sábado chuvoso, e chuva x cachorro representa um odor abominável e patinhas marcadas por todo o chão. isto só pra começar, porque o maior problema em termos a maggie em casa se explica nos cinco meses de vida dela e no ainda não aprendizado dos locais PERMITIDOS para xixi e cocô.
ter cachorro em casa significa nunca ter a casa perfeita. tua casa é a casa onde mora um cachorro e isto sempre estará explícito pra quem quer que pise pra dentro da porta por mais que tu limpes e limpe todos os dias. o apartamento é assim. há vestígios do cookies por todos os cantos, há pelinhos dele pelo chão e o sofá nunca sobrevive ao primeiro dia pós lavagem das capas. eu odeio ser uma criatura insuportável quanto a limpeza, mas ao que tudo indica, está nos genes - e é melhor pensar assim a tentar controlar o que eu não consigo.
quando o cookies era pequeno e ainda estava aprendendo a fazer xixi e cocô no lugar certo, o fabricio quis levá-lo na open house do felipinho. eu lembro até hoje que numa bolsa eu levei jornais, sacolas plásticas e ossinhos. tudo para que nada de errado pudesse acontecer e tudo para que o cookies não me fizesse passar vergonha. e pensando agora, eu sei que não posso esperar isto de todo mundo, este cuidado, esta atenção... mas por deus, boa educação vale um pedaço de mundo pra mim!
pra que fique claro, os meus temores eram reais. tudo poderia acontecer. e se tudo poderia acontecer, também poderia acontecer do cookies se converter e também fazer MERDA DESTRUTIVA no apartamento. a grosso modo, a maggie poderia fazer xixi no meio da sala e o cookies também achar que era certo. e feito um, ele poderia achar que poderia fazer dois e daí BOOOMMMMM, descontrole total e carmela ENLOUQUECIDA.
minha permanência na laundry durou mais do que o esperado e eu só consegui voltar pra casa por volta das oito. o trânsito na rebouças tava uma calamidade e juntando isto ao mau tempo, só por volta das nove eu consegui pisar pra dentro do prédio. e foi neste momento, no exato momento em que eu pisava pra dentro que eu enxerguei a maggie, o vagal e a paula saindo do elevador. a visita tinha acabado.
sim, eu fiz carinho na maggie porque apesar dos pesares ela parece um urso de pelúcia vendido naquelas old fashioned shops e em um mês sem vê-la deu bem pra perceber o quanto ela cresceu e o quanto de peso nos ossos ela ganhou. e claro... tudo isto poderia explicar muito do que eu encontrei minutos depois.
o fabricio tentou me ajudar, mas fabricio limpando não é uma prática que mereça investimento apesar da boa vontade. e enquanto ele ia à locadora devolver e trazer mais filmes, a amélia aspirou todo o apartamento, passou pano em todo o apartamento e encerou todo o apartamento. a amélia também desinfetou a sacada porque sim, a maggie também achou SUPER BACANA fazer COCÔ MOLE na grama artificial que reinava feliz há mais de dez meses.
ps.: o cookies permanece bem educado.
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