despite a handful of classic pop singles
enquanto o charles trocava o din-din na casinha de câmbio do aeroporto, a mãe dele fez questão de me mostrar o papelzinho onde anotou o nosso último pedido (encomenda): atual exemplar da RES. a revista infelizmente não veio (não encontrada), mas o que veio realmente me conquistou (inserir aqui um tuque).
numa época de baixas em seriados americanos, o que era bom tenta absurdamente continuar a ser bom sem a mesma receita de qualidade prevista. Ed voltou, mas a graça da eterna serenidade do drama nascido ten minutes later foi lucidamente entediado com a boa-vontade. não há como se crer (sinceramente) que os roteiristas se puxaram.
se o grande lance de Ed era o drama entre ed x carol, em everwood o lance não era (definitivamente) o menino colin sobreviver ou não. sim, eu continuo semanalmente com meus downloads da série, e verdade seja dita, há muito mais para se ver e tirar da pequena cidade everwood que stuckeyville (atualmente) em humor, tem a oferecer. e se alguém esperava que a lerdeza de gilmore girls mudaria com a ida de rory para a universidade, um pacote a mais de diversidade seria bem vindo. a única coisa que eu consigo tirar de gilmore family é o desejo de ser tão cdf quanto a pequena gilmore girl (andré lemos não tem ajudado muito nisso).
acho que minha televisão do futuro já existe.