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do mesmo criador de spin city surge i'm with her que estréia no brasil (warner) na semana que vem. o enredo, quase autobiográfico (chris henchy é casado com brooke shields) ou ao estilo de notting hill, traz teri polo (do filme entrando numa fria) como uma atriz famosa que se apaixona por david sutcliffe (o pai de rory gilmore), que vive um professor de inglês de uma típica high school americana.
por ser produção da ABC, não há muito o que se esperar das locações e dos cenários. por ser comédia romântica, há de se esperar a clássica inserção de sonora de risadas ao final das pequenas e amigáveis piadas. os episódios são curtos e não extendem-se para mais de vinte e cinco minutos, mas mesmo assim i'm with her ganhou sua chance de durar na certeza, ao menos vida por uma temporada.
assisti o episódio 'um' conhecido como o piloto esta noite, e para minha surpresa, david sutcliffe foi perfeitamente likado para o papel que desempenha. nos adendos ficam is she really going out with him? (de joe jackson mas possivelmente na versão de sugar ray) como trilha de abertura, e clocks, do coldplay - que fechou o primeiro episódio.
a lesson for the youngsters.
WSJ reports that women DO play games.
it all started when Hanscom noticed something interesting on the loading dock on his way into work a week ago -- three pallets of shiny new Apple Power Mac G5 computers, clearly destined for somewhere on the company's Redmond campus.
eu absolutamente adoro meus google news alerts. a mat駻ia inteira, via Seattle Post Intelligencer.
em 2029 as pessoas amam máquinas e desprezam limites geográficos através da net. tem gente que não consegue esperar tanto tempo.
eu sou uma.
então o pai estava me contando no almoço que noite passada o jô recebeu um 'bloguista'. pai disse que não assistiu e que apenas ficou ouvindo pelo rádio (porque meu pai tem um radinho de estimação), mas que parecia bastante interessante - a entrevista - com o 'ok, carmela, um blogueiro'.
segundo o pai o cara devia ser um publicitário morador do rio de janeiro. alguém que disse gastar mais de quatro horas fazendo algo que meu pai chamou de animação mas que ficava dentro de um blog. a mãe tentou corrigir sugerindo que o blog ficava num site e no final da conversa o pai descreveu as aventuras do tal blogueiro fantasiado de homem-aranha nas ruas do rio.
provavelmente quando esta tal entrevista pensava em ir ao ar na televisão, eu estava saindo do cinema, na tal chamada pré-estréia de bend it like beckham promovido pela fox film e a espaço z (nada como sentir saudades das promoções do argumento e poder abraçar meu editor). e o interessante em se assistir este filme pela quinta (ou sexta vez talvez) é juntar num ambiente com cheiro de mofo e pipocas recém estouradas, pessoas das quais eu simplesmente adoro ter por perto. é uma carolina que desenha corações com as mãos dentro de um carro (antes e pós cinema), que se acusa uma adolescente perdida na casa dos quase trinta, e que está sempre, mas sempre perto quando a gente precisa ou não. a gorda é um cartoon que foi especialmente desenhado para esta matrix em que vivemos. e eu tenho certeza que ela foi especialmente colocada neste mundo pra trazer mais amor pra gente.
info overload! billions of bytes born: there are about 2.9 million active weblogs, containing a total 81 GBytes of text. eu tenho 80GB de memória no HD. os blogs não caberiam nele.
primeira revista impressa dedicada especialmente aos blogs e bloggers - por que tinha que ser japonês?
o design clássico de uma cultura perfeitamente indiana.
o evento só acontece em março e se realiza há sete anos, mas a preparação pro oitavo já começou.
enquanto alicia silverstone foi trazida novamente as telas esse ano com miss match (produzido pelo mesmo darren star de sex and the city e melrose place), eu descobri que o mister match da vida da gente pode ser um amigo. e que talvez seja aquele amigo que resolve um dia te chamar de oráculo só porque você senta junto pra conversar e dizer o que pensa das situações inusitadas da vida. um amigo que ouve música demais, que escreve demais, que se questiona demais, que sente muito mais e que hoje em dia aprende a sentar sozinho pra meditar e buscar a paz.
o meu amigo me trouxe um namorado lindo semana passada - ou como diriam meus estudos, desfez-se de eixo básico da reflexão dos meios transformando-se em mediação. e a verdade é que aquele menino do qual muitas vezes já havia ouvido falar vem deixando de ser somente um ícone de desktop, um folder em outlook, um m3u (winamp playlist file) ou um audio transportado por cabos ópticos da telefonia brasileira. esse menino parece estar deixando o inconsciente na medida que ganha formas reais de namorado projetadas nos meus músculos abdominais tão mal acostumados ultimamente.
tudo isso começou comigo querendo e-namorar um amigo de amigos meus que fora descrito pelo mister match como sozinho no mundo. e das verdades que eu gosto de me aplicar, eu acho que também estava me sentindo sozinha.
semanas atrás eu escrevi que cada relacionamento possui seu próprio glossário e nessa última semana eu comecei a escrever um novo.
do verbo empacotar, é hora de dormir.
há passagens de santaella em a semiose do pós humano que me tomaram a mente além de numerados momentos. num capítulo que sem sombra de dúvida deve gerar maleáveis e duras críticas, santaella entra numa sistemática das novas tecnologias levando o leitor da robótica aos corpos híbridos. do cérebro humano as máquinas cerebrais.
segundo ela, por limitações físico-biológicas, o crescimento do cérebro não podia se dar dentro da caixa craniana. dessa forma, se o neocórtex não podia parar de crescer e não podendo crescer dentro da caixa craniana, a capacidade simbólica humana sempre esteve fadada a crescer fora do corpo humano, externalizada sub specie sígnica. então hoje o ser humano criou máquinas que imitam suas próprias funções, mas como diz santaella, esse processo de reproduçãp maquínica do corpo chegou a um ponto em que é o cérebro que está sendo reproduzido parte por parte em computadores. e é como se de fato o crescimento do cérebro da espécie humana, nos signos que esse crescimento extrojenou, necessitasse hoje de hipercérebros processadores, esses mesmos que são encontrados nos bancos de dados e seus infindáveis fluxos à disposição das redes.
dizem que em 1950, o criador do mouse, doug engelbart, observou que estamos enredados na complexidade de nossas ferramentas, e que talvez nossa única escapatória esteja em construir ferramentas para lidar com essas complexidades.
será que as máquinas cerebrais realmente reclamam pela criação de ferramentas que permitam o diálogo com o ser humano?
note: há quase quatro semanas minha avó está em porto alegre devido a exames médicos. hoje pela tarde minha mãe veio contar que minha vó também já espera ser diagnosticada com leucemia.
gorda ligou essa semana com uma pergunta: elas nunca vão ao supermercado, né? e a pergunta se referia ao quarteto sex and the city muito bem em férias de exibição nos estados unidos. não elas nunca vão ao supermercado. e sim, carrie tem sérios problemas com o uso de emails e charlotte é a única que compra livros via amazon.
na sequência semanal de telespectadora via monitor de pc e seriados que chegam via torrents lerdos, parei para analisar a relação de cada um deles com adereços, apetrechos, utilitários e maquinarias da tecnologia. uma análise considerável visto que o índice de usufruto de tecnologia exibida em everwood ultrapassou as demais séries e visto que a segunda temporada do mesmo everwood tem me agradado muito.
quando será que verei blogs sendo retratados em seriados caseiros e amigáveis da super leva industrial americana?
esse final de semana trouxe minha caixa de brinquedos do depósito da garagem para reinar de poeira a minha exuberamente úmida sala de trabalho. a intensão era tirar uma leva de fotos para eventualmente utilizar no novo layout deste site (sim, pq o preto anda me incomodando muito), mas o resultado foi muito além das imagens captadas.
acho que eu encontrei um pedaço da minha mente de criança que não lembrava que um dia existiu. encontrei detalhes que não imaginava que minha criatividade teria sido capaz de criar. acho que fiquei fascinada com minha própria criança.
encontrei exemplares de revistas da editora abril em tamanho miniatura, feitos especialmente para o reino barbie e ken. exemplares miúdos de revistas que nem mais existem e de informática exame que simplesmente me parece intrigante visto que jamais o reino das minhas barbies conheceu um computador. encontrei dentro de uma bolsa cor de rosa de plástico um pequeno papel dobrado, simbolizando um cheque, preenchido no valor de 1.200, e que me fez pensar no motivo do gasto, da compra, do possível consumo.
mas o que mais me surpreendeu foi o conteúdo da minha bolsa predileta. porque sim, minhas barbies tinham uma bolsa predileta: uma bolsa-pasta executiva tecida em jeans que acabou sendo replicada em vários tecidos diferentes pela minha mãe. e o que encontrei como conteúdo foram três pedaços miúdos de cartolina azul com pequenas fotinhos de bonecas barbies e ken. eram as identidades. cada uma com seu nome completo e suas respectivas idades. naquela época eu achava que ter vinte e um anos era ser adulto.
victor keegan (editor do guardian online) às vezes consegue me tirar todo o sono da noite, logo quando ainda é muito manhã. pensando pelo lado de que isto ainda soa como especulação, o fato é que keegan escreve hoje sobre google selling out: when you sell your soul, don't expect to retain your freedom.
eu ando querendo conversar com andré lemos.
em bombaim eu tinha conexão discada de casa. as linhas naquele ano tiveram distribuição limitada e o pacote liberado aos usuários residenciais era de apenas 100 horas por mês. como eu fiquei com uma família indiana (punjabis), acontecia de eu ter um irmão indiano um ano mais velho que eu. nossos quartos ficavam no piso de cima do duplex adicionado, haviam três quartos e uma enorme sala de televisão nesse andar, e de extensões de linha telefônica, haviam quatro. prashant (meu irmão) e eu utilizávamos as nossas para eventualmente nos conectarmos na rede, mas eu utilizei muito o serviço de cibercafé oferecido em bombaim.
parte do papel de um crítico cultural é nos fazer pensar duas vezes sobre experiências que nos parecem óbvias, e hoje eu pensei muito em escrever sobre algumas dessas experiências enquanto ouvia muitas das músicas-pop indianas que anos atrás tanto me fizeram dançar.
apesar da rúpia ser (naquela época) relativamente de valor compensador para com o nosso real, a compra de cds parecia não ser. se com menos de cinquenta rúpias eu conseguia comprar uma fita cassete, com menos de quatrocentas eu não voltava pra casa com um único cd nas mãos. e tendo isto em vista, mais de vinte fitas cassetes retornadas dentro da mala explicam muito bem o elevado custo que um pedaço de consumo de cultura - acaba por perpetuar.
gorda e eu almoçamos com a bolsa hello kitty dela. descobri que a carol (que se vc ainda não percebeu é a mesma 'gorda' ou a 'gordinha' dos meus posts) também sabe ser designer de roupas e que ela desenha vestidos lindos! tudo via o sistema velhaco mac que ela usa, mas que agora roda os episódios da quinta temporada de sex and the city - que com sucesso foram devidamente convertidos em mpg. a gorda acabou não me acompanhando à cultura, mas acho que ela não perdeu muita coisa visto que eu dei de cara com o ator da instituição global de televisão - o garoto filho de furtado. minha lembrança do dia certamente seria a fila de faxineiras da livraria seguindo rumo a entrada da mesma para ver o ator... mas você sabe... eu aproveitei muito melhor meu dia com minhas mediações estudadas em prática. sim, via meu lindo pc com sua rede de banda cansada (baixei novo episódio de everwood).
a verdade é que eu escrevi quatro parágrafos (que nem contam uma lauda) e me prendi a steven johnson que parece ter esta intelectual e única maneira cativa de escrever. um dia o gustavo me disse que nem sempre autores americanos são bem vindos na academia, mas a verdade é que se eu sonho em um dia me tornar uma, eu não me importaria de herdar um oitavo da capacidade deles.
johnson chama aos blogs e a slashdot de mídia parasita, mas seu fundamento não obliqua o meu pensamento quando ele se justifica com o pensamento de que as interfaces são em seu cerne metaformas, informação sobre informação. nossas paisagens de informação são maciçamente mais meta, mais parasitárias do que há quatro anos, e isso na verdade - é indiscutível.
para que a mágica da revolução digital ocorra, um computador deve também representar-se a si mesmo ao usuário, numa lingagem que este compreenda.
nas últimas duas semanas, dos quatro livros que li, os quatro descreviam a história da internet: e eu não me cansei lendo. cada autor com sua forma particular de narrar, relatar, contar ou simplesmente descrever: alguns de forma breve, rápida, massante, e alguns de forma que me fazem querer reler e reler - tudo de novo.
eu não esperava isso de castells, mas em a galáxia da internet, o contar da história por ele - me fez sentir aperto por dentro, e desejar que seu narrar tão amigo, continuasse até o fim do livro. (como é que ele não ia me ganhar contando de mitch karpor???)
eu estou parando minhas leituras esta noite. termino de ler olga guedes no artigo sobre os estudos de recepção, etnografia e globalização e me encaminho pra cama. amanhã começa a etapa dois: juntar todas as anotações, todos os rabiscos, minha monografia, links novos no bookmark e então, abrir o word com dll certa para correção ortográfica e começar o que tanto parece ser penoso de fazer: escrever.
sábado à tarde encontrei dinorá indo comprar coca enquanto eu ia comprar coca - ambas antes da sessão primeira de filmes vespertinos. não houve tempo para melhores conversas, mas tudo o que posso lembrar no que fica para pensar é o dito dela: 'noto que os professores estão "com medo" do blog'. mês passado participei de um pequeno encontro de transdisciplinaridade (que contou com a participação da cremilda medina) e junto com o gustavo, apresentei o blog que montei para ser o espaço (aqui na rede) das conversas sobre o assunto. apesar de eu ter montado um guia de como postar utilizando movabletype, até o momento nenhum dos professores postou e então, quando dinorá me deixou suas observações atuais, eu me perguntei: por que será que eu também ando assim? com medo?
como a linda mirela (que acabou de mandar um mail lindo!) me disse semana passada: solte as amarras, siga sua intuição.
A própria Santaella disse que só pensamos porque somos capazes de sentir. Não há um pensamento que não tenha sido, na origem, ainda que ela possa ter sido abafada, etc, um sentimento. Numa hora dessas, Carmela, eu faço o seguinte: não penso, sento e escrevo, jogo ali tudo o que vem vindo, seja pensamento, sentimento, suspeita, comentário sobre leituras feitas e vivências tidas. Depois, deixo passar uns dias (ou umas horas, dependendo do prazo desesperador) e refaço tudo, com mais ordem, com mais ordem (de pensamento) e jogo tudo para a sorte, para o desígnio dos astros, das conjunções astrais, tendo ao menos a certeza de que fiz alguma coisa. (fabrício em: se precisar, podemos conversar - mas com uma condição: desde que esteja envolvida com a escrita da questão. notas da semana passada).
ps.1: baixei bend it like beckham em formato rm e com legendas em japonês. será que eu podia conseguir algo mais estranho só porque queria ver o filme de novo? com tanto conversor que baixei hoje, é bem capaz que eu faça o corte dos créditos finais ou extraia a trilha final pra colocar aqui - tudo culpa do mac!
ps.2: carol disse que eu podia fazer uma camiseta, mas eu queria mesmo ter levado um cartaz com 'abaixo macs' no wierd evento desta cidade que optei em não comparecer: compumac apresenta G5, conheça antes de todo mundo.
era sexta beirando noite e a gordinha estava me contando...
ai, a gabriela disse que a flor que a pingo tem no computador - que ela desenhou - vai me trazer um namorado lindo!
era domingo beirando noite e a gente terminava o final de semana assistindo o trailer de love actually que actually - seems to be a pretty nice movie. acho que a carol carregou os cds de sex and the city o final de semana inteiro dentro da bolsa, e quando a segunda chegou... já passando a casa das nove unidades matutinas ela resolveu aceitar a condição de mac user e se desculpar por ser uma. arquivos avi com divx penam em rodar em mac, mas já descobri quatro planos na manga para ver se resolvo o problema da gorda.
ps.: a kenyana gurinder chadha ganhou o prêmio do público no festival de locarno e recebeu uma indicação ao BAFTA de melhor filme britânico. ela fez as atrizes receberem aulas de futebol de simon clifford (professor de futebol de salão na vida real), fez boa parte dos seus parentes como coadjuvantes na cena de casamento e nos créditos finais do filme, chadha editou uma cena em que integrantes do elenco e da equipe técnica aparecem cantando juntos. bend it like beckham tem trilha sonora alegórica, tem atorzinho de categoria D caindo pra F e um retrato de família indiana tão bom quanto na vida real.
este é o terceiro ano em que a pellegrino ganha o prêmio da revista exame como sendo uma das 100 melhores empresas para você trabalhar. sábado foi a festa de comemoração do prêmio, bem como a festa de aniversário de 62 anos, e eu estava lá. meu pai armou uma apresentação com vídeos, powerpoint e mágico. houve também um churrasco e em algum momento, entre correr atrás da única criança com menos de cinco anos no salão e a passagem da picanha por trás de mim, ouvi algum dos funcionários dizer que eu só podia ser bem filha do meu pai mesmo - porque eu adoro tirar fotos.
eu diria que ando tirando bem menos fotos do que costumava, mas há cenas que simplesmente... são melhores guardadas apenas na mente.
quarto episódio da quarta temporada e ontem foi o dia de ligar minha televisão do futuro e assistir gilmore girls enquando observava os emails da manhã chegarem. se ainda não mencionei, a quarta temporada de meninas gilmore começa com o retorno de mãe e filha da europa: férias de verão antes do ingresso de menina menor gilmore à universidade. rory agora é freshman em yale, tem carro próprio e visita a mãe nos finais de semana além de comparecer tradicionalmente ao jantar com os avós, todas as quintas. a receita da WB em all new permanece a mesma - assim como lorelai gilmore. num roteiro layoutado dentro do mesmo padrão, este quarto episódio usufruiu bem das edificações da pequena cidade de stars hollow - na verdade, eu diria que usufruiu muito bem das edificações da natureza. então a história conta sobre o final de semana em que rory (agora com um corte de cabelo beirando os ombros) chega de surpresa para uma visita e descobre que dean, aquele seu namoradinho (pré o problemático jess), está para casar. o episódio termina com ela assistindo a saída do recém casado casal, da igreja. ela assiste da praça, atrás de uma árvore, e ela não chora.
eu não sabia o que exatamente escrever hoje, justamente quando meltoni.com completa um ano e adquire anuidade renovada até dois mil e quatro. é estranho porque enquanto um tic-tac me informa que há um ano eu estou aqui, outro parece aceleradamente funcionar, informando que em menos de uma unidade de mês, o meu prazo para a inscrição do mestrado termina.
essa semana eu escrevi para a minha segunda avaliadora na monografia. queria saber se este semestre ela estava a lecionar a disciplina mídias digitais para que quem sabe então, eu pudesse assistir uma aula. os dias da semana passaram exatamente como sempre passam e então hoje a resposta dela chegou. no pesar ou no pensar, a referência da resposta dela não ficou marcada pelo fato de me informar que não estava a lecionar a disciplina este semestre, mas sim no composto fato dela me escrever de toronto, "de onde estou escrevendo durante uma conferência sobre internet" - terminava o segundo parágrafo. suely fragoso terminou seu email com "espero poder ser sua professora no ano que vem, que mais não seja para compensar o fato de que você me 'escapou' na graduação!"
tendo recebido este, estava a conversar com o gustavo recém chegado da unisinos onde esteve a trabalhar em seu feriado de dia dos professores. gustavo disse então: she wants to be friends, e talvez tenha sido naquele momento que eu compreendi, em parte, os movimentos de âmbito emocional que me cercam atualmente.
meu namoro com o charles terminou porque charles queria ser amigo. dito que nossa amizade sempre fora a chave do relacionamento, charles quis manter a chave intacta e sempre em uso, abrindo as portas que sempre abriu, nos levando de um cômodo ao outro, de uma edificação a outra. como em microservos, onde o personagem dan narra sobre suas observações acerca do amor, é preciso lembrar daquele velho seriado de televisão - agente 86. logo no começo maxwell smart está atravessando um corredor secreto e tinha um monte de portas que se abriam de cima para baixo, e deslizavam, e etc. da mesma forma que o personagem de coupland, acho que as pessoas mantém um monte de portas assim entre si próprias e o mundo... mas quando alguém está apaixonado, todas as suas portas estão abertas, e as portas das pessoas também. e assim o sujeito sai passeando de patins pelos corredores, junto da pessoa que ama.
como dan dizia que não era muito bom nesse assunto, eu também posso dizer o mesmo. e por mais que microservos seja um livro jamais a deixar a cabeceira, talvez minha comparação à narrativa do amor de dan não seja lá tão exagerada assim. charles e eu nos apaixonamos em algum lugar por aí - e acho que é assim que as coisas acontecem - por aí. nunca tive uma amizade tão forte assim com alguém antes, e dessa amizade foram construídas chaves, chaves que eu e o charles carregamos para passear durante algum tempo.
as chaves foram deixadas com o zelador ou com o keykeeper (que ilustrativamente poderia ter as mesmas feições que o de matrix reloaded), e isso já faz duas semanas. por mais que eu não saiba como realmente agir de agora em diante, eu consigo sim reconhecer a frase 'he wants to be friends'. e então eu me lembro daquele sábado em que eu estava trabalhando na rádio e o celular tocou enquanto eu estava no ar. era charles me convidando para almoçar na casa dele, no domingo. um almoço no domingo que passou a ser quase que uma tradição, e que agora eu simplesmente espero que volte a ser um convite de final de semana. eu não carrego mais as chaves, mas eu não estranharia se ele abrisse a porta.
então o gustavo passou em casa para pegar seus episódios de quarta temporada de ED e aproveitou para cumprimentar o supermário (que por sinal, ganhou este apelido do gustavo mesmo). pensando agora, é engraçado perceber como este senhor, sem nenhuma expectativa, parece conquistar tanto meus amigos. um senhor de um humor único e de poucas e muitas palavras. um senhor que todos os domingos de manhã pega a revista veja lá na caixinha com número destinado ao nosso apartamento, que assiste as vídeo cassetadas todos os domingos à noite e um senhor pai que não entra no meu quarto quando a porta está fechada. um senhor que pede para que eu ligue para os estados unidos para deixar mensagens em secretárias eletrônicas quando meu irmão some, que esquece a conta de telefone quando o filho liga, que diz que seu velocímetro parou mesmo sabendo que vai ser avô, e que sem vergonha nenhuma resolveu um dia que o segundo nome do charles seria bin laden. quando meu pai conheceu o charles, ele acendeu a luz do corredor de casa e disse: é pra eu te ver melhor.
noite passada assisti o quinto episódio da segunda temporada de everwood. para que eu escrevesse sobre ele hoje, durante o dia instalei meu premiere pro(mais conhecido como a versão 7) com a intenção de recortar alguns pedaços de audio do episódio para disponibilizar aqui. enquanto eu poderia dizer que o premiere pro aboliu toda e qualquer irrisória possibilidade de edição de audio (que em versões anteriores existia em mínima escala), eu prefiro dizer que o quinto episódio de everwood contemplou mais uma vez os sentimentos dos filhos, sendo que desta vez, o das filhas foi em especial. se meu pai soubesse inglês a ponto de assistir algo sem legenda alguma, eu certamente teria gravado um cd especial para aquele dia ontem, que foi o dia dele. no cd: daddy's little girl.
como falava ao gustavo, talvez o que mais me cative em everwood é a forma como grande parte dos episódios são layoutados. há, na maioria das vezes, o narrador da história, e possivelmente pra mim, é exatamente a presença deste narrador que faz com que a minha interpretação (para mais este seriado de drama da tevê americana) seja de uma grande, meiga e terna fábula da vida real. everwood poderia ser vista como uma refilmagem (muito dois zeros na casa das décadas) do the waltons, mas mesmo assim... the waltons nunca teve a voz de john beasley.
john beasley, o narrador das histórias da pequena cidade do interior do colorado (que leva o nome do seriado), é, em tela, o motorista de ônibus escolar, casado com a enfermeira de dr. brown que também se realiza sendo a mãe do então médico do outro lado da rua, dr. abbott. se determinados posts deste blog pudessem ser narrados, certamente desejaria que meu narrador fosse irv harper (o nome de beasley no drama).
narração de daddy's little girl com três cortes:
o arquivo tem um minuto e quinze e pesa 1,15mb. os dois primeiros cortes aparecem no início do episódio e o terceiro é a moral que fechou.
narração de 'tragic flaw':
o arquivo tem dois minutos e oito e pesa 1,92mb. narrado por gregory smith que cumpre o papel do filho ephram brown, esta narração fez parte do quarto episódio desta segunda temporada onde ele, provavelmente para uma aula de redação, deveria escrever sobre 'your own tragic flaw'. a leitura fechou o episódio.
matt nathanson teve música (do seu último disco) compondo a trilha do quarto episódio dessa temporada de everwood. nesse mesmo disco de nathanson, há uma cover de laid, do james (os arranjos ficaram legais, mas james é james).
Karla diz que estamos tentando descobrir o que precisamos na vida em vez de pensarmos simplesmente no que queremos.
quando eu tinha seis meses fui levada para a praia pela primeira vez. contam as memórias de família que numa manhã ensolarada daquele meu primeiro verão, meu pai me deixou cair no mar e muita água salvada eu engoli. eu gostava de comer areia, mas anos mais tarde, as memórias de psicólogos disseram que eu nunca de fato consegui aprender a nadar pelo trauma causado naquela primeira queda ao mar, no primeiro verão dos anos oitenta.

eu herdei o nariz de meu pai. o gio herdou a calvície e grande parte da aparência física, e o luigi herdou o profissionalismo da mesma forma que herdou o mesmo número dos pés. todos nós herdamos a miopia, mas foi o coração de meu pai que nenhum de nós conseguiu realmente herdar.
certamente a maior herança da família, o coração de meu pai é a herança ainda indecifrada (somos todos míopes, não esqueça) e ainda assim, nunca avaliada - apenas sentida.
ele ensinou a todos os seus filhos pescar. ensinou como pegar a melhor minhoca como isca, nos ensinou a esquecer as picadas de mosquitos nos acampamentos e nos ensinou a limpar os peixes após pescados. às vezes eu me pergunto se algum dia conseguimos pescar o coração dele.

diálogo de dias atrás...
eu: os blogs estão em baixa. eu sinto isso.
gustavo: eles começam a encontrar seu tamanho.
eu: mais de 50% dos blogs existentes estão mortos na rede.
gustavo: a bolha se movimenta.
eu: as pessoas estão abandonando suas casas.
gustavo: as pessoas abandonam quando vêem que não sabem como ter uma
casa.
eles dizem que ETRE has become the catalyst for joint ventures, mergers and relationships at the forefront of the technology revolution. eu acredito no 'onde se realiza'.
espera-se que esta semana a versão 3.0 de a list apart entre no ar. i'll wait.
cory doctorow repassa o informe sobre nick hornby: he has completely skunked the BBC4 "Desert Island" program -- sure, he only specified ten records he'd bring with him to the hypothetical desert island, but he chose an iPod as his luxury item -- clever sumbitch!
jarvis se impressiona. e eu também.
tom coates - que é um bom crítico para críticas sobre bons assuntos que calham em boas horas (embora isso não possa ser levado sempre ao pé da letra) - inaugurou seu novo espaço de - ou - para discussões: everything in moderation.
wired news: the new version of Microsoft's popular e-mail program has added security features and spam-fighting capabilities. but critics say Outlook 2003 offers nothing that isn't already available in other programs.
a trilha de lost in translation é realmente uma tecla sap para seu título original. kevin shields realmente se puxou.
dizem que um dia, derrick de kerckhove perguntou por que é que se há de chamar a rede de uma auto-estrada. dizem que para ele, a internet é, na realidade, um cérebro, um cérebro coletivo, vivo, que dá estalidos quando o estamos a utilizar. um cérebro que nunca pára de trabalhar, de pensar, de produzir informação, de analisar e combinar. será que esse cérebro sente?
the register começa com citação de bertolt brecht: all weblogs have their useful side it's the men who write the weblog software I can't abide.
matt haughey está com projeto novo: ten years of my life: iniciado no dia de seu aniversário.
jeremy hedley divulga: professional lego builder wanted.
eu não acho tão genioso assim, mas google acquires genius labs.
xeni jardin fez parte da dupla que montou o blog utilizado por kevin sites antes da santa guerra começar. agora ela revisita, e kevin sites volta à bagdá.
infoworld entrevista anil dash.
amanhã supermário assopra velas.
há motivações engraçadas em se ler santaella. e há citações de michael heim que sempre voltam apesar das páginas terem avançado.
os bons augúrios dos idealistas da rede consideram o mundo das redes o melhor dos mundos e apontam para os ganhos evolutivos da espécie. são otimistas e, nos maus dias, exibem uma felicidade preocupada. o idealista avança com otimismo sem reservas, já o realista, pisa para trás movido pelo desejo de nos assentar fora da tecnologia.
santaella ainda conta que além dos realistas e idealistas, heim encontra um terceiro grupo, o dos céticos: convictos de que as tentativas para compreender o processo, não importa quão inteligentes elas possam ser, são inócuas. esses céticos insistem em que o ciberespaço está atravessando um processo de nascimento muito confuso onde seu ceticismo está baseado nas histórias das mídias anteriores cujos críticos falharam em compreender como o futuro virira a utilizar essas tecnologias. trata-se de um ceticismo que resulta em uma atitude de 'deixar acontecer para ver como é que fica'. e heim afirma que nenhuma dessas três posições nos ajuda a fazer sentido do que está acontecendo.
o que na verdade acontece agora, é que após dar um jeito no meu microsoft.NET framework e pegar um ASPI layer que berrou para ser instalado, meu cladDVD começou a rodar fofinho e corretinho da forma que eu esperava. e assim a atividade de ripar dvds passou a integrar os processes do meu windows task manager.
das histórias centradas e reais que nos conquistam eu não exatamente tiro uma, mas sim uma pergunta que o gustavo me fez este final de semana: o que acontece quando estamos tão sensíveis ao mundo?
antes de bem me quer mal me quer começar, antes de trailer algum passar, pude assistir a tão famosa propaganda do zaffari que minha mãe vinha comentando há semanas. estrategicamente emancipado nas coloridas cenas de lenta narrativa, o conglomerado publicitário possivelmente deveria ganhar reconhecimento quando o close não vai embutido nos atores montagem da vida real. e assim, quando assistimos a propaganda do mastercard em 'o esconderijo de nossos super-heróis' percebemos que a vida, lá na esquina das primeiras edificações, não parecia - mas sim, tem mais brilho.
esta semana minha coluna soundtracks é descrita não-soundtracks. e eu me sinto bem com ela. jason mraz teve música como trilha de episódio em segunda temporada de everwood e ouvindo o disco dele numa somatória que não ultrapassou vinte e quatro horas, é certo que mais um seguidor de dmb se instituiu ali.
eu voltei a usar target="_blank".
então noite passada eu, carol e gustavo saímos juntos e acho que tão cedo não vou esquecer a cena em que gustavo encostou a cabeça no sofá e fechou os olhos para dormir. depois de algumas taças de vinho, lanches não variados do ossip e alunos que chamam seus ex-professores de mestres, tudo que se via eram três pessoas jogadas em sofás: cobertos ou não por cobertores vermelhos.
a casinha de brinquedo da carol sempre nos acolhe da mesma forma. e agora há uma plantinha verde tentando encontrar seu lugar pela casa.
por que será que somos apaixonados por seriados americanos?
galloway com design novo. e sutter também.
vintage apple: as fotos são lindas!
o luigi ligou esta manhã e eu lembrei de caetano. mais de meia hora de conversa e eu senti vontade de encontrar fotos da época em que trabalhei com o luigi na academia de squash. o natal este ano será em ribeirão preto, com o mais novo e pequeno membro da família toninelo que deve chegar ao mundo no mês que vem.
luigi estava contando os nomes dos bichinhos de pelúcia do quarto do lorenzo, sobre a piscininha de plástico comprada e sobre o chá de bebê da semana passada. sobre a babá eletrônica genial e sobre as cores do quarto de meu sobrinho. o berço dele será o mesmo berço que tive quando pequena, só que agora a madeira clara está coberta com tinta branca.
há dois anos atrás eu ganhava esse mesmo semelhante prêmio pela viés. hoje a notícia é que o cd-rom rádio multimídia que montei ganhou o 16º Set Universitário da PUC (provavelmente na categoria rádio). acho que apesar de todas as pequenas frustrações que passei durante o processo de montagem, o resultado final funcinou porque o trabalho de toda a equipe da cadeira de projeto em rádio ajudou. então parabéns pra eles e pra mim. um prêmio é sempre bem vindo num portfolio.
enquanto o charles trocava o din-din na casinha de câmbio do aeroporto, a mãe dele fez questão de me mostrar o papelzinho onde anotou o nosso último pedido (encomenda): atual exemplar da RES. a revista infelizmente não veio (não encontrada), mas o que veio realmente me conquistou (inserir aqui um tuque).
numa época de baixas em seriados americanos, o que era bom tenta absurdamente continuar a ser bom sem a mesma receita de qualidade prevista. Ed voltou, mas a graça da eterna serenidade do drama nascido ten minutes later foi lucidamente entediado com a boa-vontade. não há como se crer (sinceramente) que os roteiristas se puxaram.
se o grande lance de Ed era o drama entre ed x carol, em everwood o lance não era (definitivamente) o menino colin sobreviver ou não. sim, eu continuo semanalmente com meus downloads da série, e verdade seja dita, há muito mais para se ver e tirar da pequena cidade everwood que stuckeyville (atualmente) em humor, tem a oferecer. e se alguém esperava que a lerdeza de gilmore girls mudaria com a ida de rory para a universidade, um pacote a mais de diversidade seria bem vindo. a única coisa que eu consigo tirar de gilmore family é o desejo de ser tão cdf quanto a pequena gilmore girl (andré lemos não tem ajudado muito nisso).
acho que minha televisão do futuro já existe.
às vezes os sinais precisam vir de construções não edificadas. de um carinho não aplicado que simplesmente simboliza e que muitas vezes nem sequer desejava dizer muito.
jeremy hunsinger me escreveu referente ao link da virginia cyberschool. hunsinger é pesquisador e professor da virginia tech e um dos scholars que acabei encontrando na época da monografia. uma daquelas pessoas que de muito longe você passa a admirar sem jamais trocar um par de palavras ou um 'oi' simbólico de 'estou aqui', hunsinger terminou seu email com i thought i'd say hi.
hunsinger não sabe (embora eu gostaria que soubesse) o que sua construção curta de palavras simboliza numa época em que apesar de todos os livros a minha frente, da já leitura de alguns artigos e de um carinho especial por uma das autoras - essa fase de contrução de projeto de pesquisa para o mestrado - não tem conseguido edificar em mim. é uma difícil fase de dúvidas maiores que os da problemática de pesquisa, é uma fase de saber realmente se - se vai, ou se fica.
RESfest em são paulo.
Super 7 - magazine of japanese toy culture.
quarta temporada de Ed está disponível para download.
a família macromedia também tem seu bairro de blogs.
gordinha comprou seu terreno na rede. (iupi!)
ps.: acho que meu sobrinho vai ser lindo.
(tuque)
durante a sequência de garfadas no jantar de ontem o gustavo sugeriu que eu não via a hora de assistir um novo episódio de sex and the city. visto que novos episódios agora - só em janeiro, lá pela décima quarta garfada ficou claro que oitenta e seis episódios não foram suficientes para me fazer perceber como o 'the one' é descrito pela e na contemporanidade.
numa semana em que o gustavo lançou seu primeiro livro, a carol reencontrou seu antigo psiquiatra e meu relacionamento decidiu apertar a tecla stop, pensar em coisas práticas num jantar de sábado à noite funciona como antídoto ao relembrar cenas de jerry maguire que - eventualmente - poderiam fazer mal aos meus olhos. gustavo me fez revisitar os primórdios de charles e carmela, e a verdade é que esta semana eu ganhei um teclado novo.
tuque.
minutos atrás alguém me disse que meu tempo com o charles é um fato. quando eu estava na faculdade, aprendi que um fato é o que gera uma notícia e apesar das dádivas acadêmicas, a notícia ainda não foi processada por aqui.
depois de mais de oito meses voltei à monkey para jogar. super chico me tirou de casa, super leo me fez jogar america's army, e super pai razor foi meu parceiro de time no primeiro jogo a me fazer a primeira colocada em mais de três rounds seguidos.
o layout novo do site está pronto, mas acho que pela primeira vez, sou eu quem ainda não está.
tuque.
reflexo das peças da noite passada:
- então você visualiza o renan, o will e a renata (ex-dcs) e atualmente você enxerga a nova parafuso. com festinha de (re)abertura ou (re)lançamento já programada, eu acabei me lembrando que o adriano (ex-parafuso) também é um viciado em torrents da madrugada.
- a história do próximo livro da claudinha tajes (com editora nova: a espanhola planeta) é sobre um doador profissional de sêmen. ainda sem nome, o livro está com lançamento marcado para trinta de outubro (na cultura).
- você ganha uma camiseta (verde) mutante (e com rabo), acorda cedo, carrega um md emprestado e jura que sua vida sedentária vai terminar. sim, eu tento voltar a correr.
TrackBack: where blogs learn their places.
google buys search engine - PageRank RIP?
microsoft blog: reporter Todd Bishop enhances and extends the P-I's regular Microsoft coverage with this online journal.
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