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something to write home about

domingo passado estava lendo a propaganda da visa no jornal. mensagem feito tributo ao tempo, tanto àquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto àquele que você não vai desperdiçar no futuro. no meio da semana assisti a primeira propaganda da apple que foi ao ar provavelmente em 1984 ou um ano antes. esta manhã assisti o episódio de s&tc que vai ao ar amanhã à noite no brasil. tempo e sistemas operacionais são tudo: backup files são um pouco mais que isso.

depois de uma semana especialmente não medida em stress, outra está para chegar. o que ficou da semana passada entra para as prioridades desta semana: responder mails, desenhar, layoutar, layoutar, montar, montar e estudar. com o término da semana ao redor do maior conglomerado acadêmico (da linha científica) do qual já estive, o maior presente foi conhecer minha segunda avaliadora (na monografia) e perceber que o coração dela é assustadoramente maior do que eu já imaginava. além disso, devo dar os créditos da estupidamente nobre leitura que ando fazendo - ao fabrício. lucia santaella não só foi parar na caixinha de primeiros socorros à batalha mestrado como acabou se tornando uma daquelas autoras das quais você simplesmente se choca tamanha inteligência solta em palavras. às vezes eu fico pensando que queria ter começado a crescer só agora: hoje em dia meus ídolos são mais fortes.

O que está acontecendo à interface ser humano-máquina e o que isso está significando para a comunicação e a cultura do início do século 21?

fabrício voltou a desenhar um rascunho do que virá a ser meu projeto e, pela segunda vez, cá estou eu com uma flor desenhada numa folha de papel rabiscada com dezenas de perguntas que deverei responder até chegar a problemática fiel que irei construir. mas antes disso, a gente limpa a casa, aproveita um final de semana, faz tortas de limão aos sábados e ganha carinho aos domingos (na verdade, carinho ganha-se todos os dias).

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Comments

este papo de interface ser humano-máquina é como tudo que provem da semiotioca. Voce pensa que esta estudando alguma coisa mas não esta estudando nada. É flash mob intelectual.

o buraco do estudo dela não está ali.

;-)

vc precisaria ler mais.

Carmela, é exatamente isso que o HomemBolo está tentando explicar, não importa aonde esteja o buraco, quando se trata de semiótica, ele não te leva a lugar algum. Você vai estudando, estudando... e chega no nada. Nenhum estudo semiótico feito até hoje foi conclusivo de porcaria nenhuma. E, claro, Lucia Santaella não é excessão: vomita o lugar-comum semiótico sobre o nada, uma vez que os só se atem ao estudo da casca signica. Acadêmicos de arte nunca chegam a lugar algum, aliás... porque estão sempre muitos passos atrás dos produtores de arte.

por acaso algum de vocês leu o livro que cito e linko?

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