apesar do (verdadeiramente) horroroso site, eu ainda invejo o charles em agosto. na primeira quarta feira do mês, ele e o brian estarão indo ao show do grandaddy (como se já não bastasse o do broadcast). a minha torcida é para que o charles tenha a bondade de levar a comcorder dele a tira colo, e para que o brian tenha a vontade queria de filmar um pouco. sim, eu acho que o brian filma shows melhores, mas claro, menos aqueles dentro de igreja.
quarta feira meus pais estão de volta. mais uma vez em curitiba, a mãe não reclamou não ter encontrado o francisco cuoco novamente: ela reclamou de saudades de fofocar (eu também, mãe).
if your life were a movie, what would the title be?
talvez eu devesse fazer a ilustração completa para backyard do projeto viralata. desde ontem tenho me pego abrindo o fireworks pra brincar com imagens, e percebi que isso - na maioria das vezes - faz com que me sinta exatamente como aquela menina com um dos braços esticados.
25th hour tem fotografia linda, montagem inerente, roteiro fenomenal e trilha sonora magnífica. as performances estão a altura dos personagens e o casting realmente foi um enunciado com conteúdo. spike lee como diretor é spike lee como diretor, e supreendentemente, com quatro produtores, o filme tem tobey maguire no time dos quatro.
philip seymour me levou à espaço vídeo porque cheguei à conclusão que por mais que eu sonhasse, love liza jamais faria ao cinema neste país. e então recebi a notícia: o filme será lançado no brasil em agosto - direto para rental. e sim, eu finalmente assisti crush, e sim, teria me divertido muito mais vendo em tela grande.
a carol chora com a última frase do filme e por meia hora eu ouço a márcia contendo as lágrimas ao meu lado. a jajá esconde o rosto na cena do parque e por um momento eu penso que a fileira de quatro, com as quatro, também já deixou pessoas irem. pessoas que às vezes vão por mais que sete anos. sempre estamos muito próximos de jamais deixar algo acontecer, até que 'deixamos'.
então a revista veja nos diz que até o final do ano haverá mais quatro edições especiais para assinantes. criança foi lançada em maio e o julho deste domingo trouxe a edição 'jovens'.
'meu querido blog', matéria que ganhou uma página em comportamento, fez com que - mais uma vez - eu recuperasse algumas de minhas observações 'monográficas'. sim, ainda continuo defendendo a idéia de que assumir que o gênero com o qual se identificam se torna a melhor definição aplicada só ocorre diante da hipótese de que não existem dados que o contradigam. e essa empolgação com as novas possibilidades de representação socialmente responsável é o que faz com que a produção preceda a reflexão crítica sobre o objeto. e sim, isso sempre me irrita. eme irrita ou me incomoda mais porque jornalistas ferem conhecimentos, se fazem conhecedores e ultrajam a realidade.
a gente abre a página 86 e encontra um teste para saber se estamos plugados. então os sábios jornalistas 'edição especial jovens' prensam milhares de cópias com as respostas corretas e de tantas demências, uma delas fica em o que é FTP. para eles, FTP significa file transfer protocol 'dois pontos' ferramenta utilizada para publicar sites. e então eu páro e me pergunto onde foi escondido o dicionário da língua que eles tentaram traduzir. quando eu pego o meu, o FTP (file transfer protocol) é tido como um protocolo da internet para transferência de arquivos. assim como o HTTP é um protocolo utilizado para acessar sites de páginas da Web, o FTP é utilizado para acessar sites de transferência de arquivos. muito simples, não? acho que a equipe da veja além do dicionário, também esqueceu de ler nytimes essa semana. em novembro sai a edição especial 'tecnologia'. feche os olhos e reze - antes de abrir, correto?
então a resposta de estudo de currículo para a formatura chegou ontem dizendo que concluí o curso e estou apta a colar grau. enquanto eu lia o documento, a página com as perdas do village voice carregava, e alguns mintos mais tarde eu percebia que algumas reportagens jornalísticas perdem o grande 'significado' por mais que tentem transcrever 'intimamente' o que o fluxo bloguiano faz por natureza. você já viu alguma outra mídia ser tão produtora e pesquisadora como esta?
a versão beta 2 do google toolbar é realmente minha aliada. ela não é 100% perfeita eliminando popups, mas admito, beira os 95%.
emails dignos de um dia de mais de oito horas em cima de montagem de páginas recebi: meu estimado psiquiatra deve ter redigido suas curtas e queridas linhas via laptop no consultório (o lap dele é fabuloso), e sim, tim o'reilly realmente fez minha madrugada.
apesar de estar com essa trágica sensação de 'frustrada', visto que - aparentemente - meu trackback ainda não funciona, devo admitir que se eu falho, ferramentinhas na rede não.
sim, eu gosto de buscar meu link cosmos, e mais ainda quando por ele - descubro que meu irmão voltou a blogar. o gio realmente nunca perde o estilo e eu fico extremamente feliz de saber que - em parte - o estilo foi descoberto nestes longos anos longe daqui.
ps.: acho que vou utilizar cabos ópticos da embratel para contar a novidade aos moradores da residência em viagem. e sim, eles vão sentir não terem a música nova para ouvir ao que deixam são paulo para encontrar o neto (ainda na barriga), em ribeirão preto.
quando um webdesigner começa a ter problemas de um pixel a mais ou um pixel a menos, ele fica irritado. quando um webdesigner começa a ter problemas com menus que simplesmente não funcionam porque há alguma falha indecifrável no maldito javascript que montou - ele fica furioso. e então, quando o menu funciona e infelizmente destrói o layout porque não quer ficar no lugar onde o webdesigner havia projetado, ele não pensa seriamente em chorar, mas sim em mudar totalmente o layout - e se ele for parecido comigo, ele não só muda o layout quanto opta por um menu diferente. o mal disso é que nem sempre o bedinto menu novo será mais fácil.
the E at Delphi makes me think: what am I forgetting?
semana passada mandei um link com fotos do blogmeet (em palo alto) para o gustavo. em resposta, dentre alguns comentários, ele escreveu: 'vários velhinhos, né?'. no dia seguinte, o comentário acabou virando parte da conversa que tive com os webs numa das clássicas visitas que eu religiosamente faço quando vou pra uni. acabei me lembrando dela hoje enquanto lia tim o'reilly num dos textos que certamente servem de base para o afeto que tantas pessoas têm pela empresa e pela sua insituição humana.
sim, o tim já é um senhor velho com velhos amigos, mas tim em sua idade não deixa de ser o cara que faz o ari sentar do meu lado para ver fotos, que faz qualquer bom geek cobiçar alguns dos livros publicados por sua editora e que nos faz pensar que a internet tem uma gramática socio-técnica própria, tanto quanto cada produto dela o tem. parece que sempre quando observarmos qualquer produto da tecnologia produzida para a rede, descobrimos que essa gramática lhes dá a especificidade baseada na convergência e na interoperabilidade, envolvendo novas linguagens, novos comportamentos e novos simbolismos.
tim (em seu texto) descreve sua filosofia como chefe, que mais parece o chefe conselheiro da ala de psicologia empresarial. é interessante porque na idade de tim ele não parece ter envelhecido tanto quanto alguns jovens não-ávidos já envelheceram, e talvez porque tim, na sua idade, ainda se sinte tão jovem 'geek' quanto os microservos de coupland já o eram há quase dez anos atrás.
sim, tim é o verdadeiro chefe perfeito para os microservos atuais, para as pessoas que trabalham 'para' e 'na' rede. e eu não vou deixar de afirmar que ele enxerga a realidade promovida pela nova gramática organizacional que dentro da minha cabeça, leva em consideração que os media são sempre híbridos - técnicos, sociais e culturais - e que os usos não são apenas tecidos por uma lógica racional, mas também emotiva:
Happiness comes from stretching to reach ideals and from resting after the stretch, from winning but also from losing, if the contest brought out the best in you. Challenging, interesting work is probably one of the most powerful aids to happiness there is, yet in our culture work is most often served up as either drudgery or obsession. I want it to be neither; I want it to be something that gives satisfaction through the day and at the end of the day.
o programa de newsfeed está funcionando perfeitamente há mais de uma semana e surpreendentemente me acostumei a fazer as leituras diárias por ele. a diminuição de janelas do IE no desktop tem sido notável e durante a madrugada eu tentava (debaixo das cobertas) adivinhar de qual site eu ouvia os alerts. nada me tirou da cama pois minha leitura perfeita já havia acontecido e eu tenho por crença que mais de duas num dia não ocorre.
via o daily links do kottke cheguei numa reportagem de janeiro de 1994: e-mail from bill, de john seabrook para o the new yorker. a sensação que ficou foi que aquelas milhares de linhas poderiam ser anexo de microservos caso microservos fosse um longo papel acadêmico. e talvez o que mais tenha me tocado tenha sido algo de quase dez anos atrás - ser ainda tão presente. sim, talvez eu tenha me sentindo em parte seabrook, talvez eu tenha sentido mais vontade que o costume de abraçar bill e coupland, mas a verdade é que o jornalismo americano ainda consegue tornar histórias reais em jornalismo literário autêntico.
há muito o que tirar da reportagem de seabrook por ser esta - talvez - uma das poucas que consegue mostrar mais um ser humano do que um geek-nerd-freak socialmente incriminado como o diabo do monopólio microsoft. e sim, seabrook até mesmo conseguiu reportar que há quase dez anos atrás, bill já utilizava seus tão ternos emoticons aprimorados (atualmente) em suas novas ferramentas.
At the end of one message, I wrote:
This reporting via e-mail is really fascinating and I think you are going to come across in an attractive way, in case you weren't sure of that.
Gates wrote:
I comb my hair everytime before I send email hoping to appear attractive. I try and use punctuation in a friendly way also. I send :) and never :(.
e sim, eu sei que eu ainda costumo fazer o 'nariz' nos meus emoticons.
and everything you need to know is answered with one touch
sou obrigada a admitir que estou surpresa com muitas leituras esta semana. ou a blogosfera está me surpreendendo novamente ou eu voltei a ser a velha deslumbrada de sempre.
é lógico que o viciado charles me passou um link CNN sobre o google ontem. reportagem bacana, não fosse outras discussões por fora que aconteciam e que (obviamente) tinham aquele tom 'bloguiano' fenomenal de sempre. matt reclamava sobre os resultados do sistema de busca e evan fazia seu ponto defendendo sua - agora - empresa empregativa. (sim, o tópico era blogs demais aparecendo nos resultados de busca simplificada).
o (muitas vezes) insolente dave winer fez seu ponto comigo depois de muitas semanas. segundo ele, felicidade seria new RSS application from Wired News, e jeff jarvis me ganhou mais uma vez por ser o senhor jornalista da minha academia de tecnologia aplicada.
sim, lançaram o primeiro livro sobre o movabletype (infelizmente em língua ilegível para analfabetos da língua) e screen shots do AOL journals tive o prazer de ver (mas nada bate a interface do typepad, me desculpem).
e o incrível também aconteceu - matt me deu o melhor motivo para abandonar o IE de vez, porque sim, você já deveria saber que eu tenho pavor de sites feitos em flash.
when do we stop lamenting a change like this and start looking for the value of the new trend? when do we start examining the upsides of fluid and multifarious attention, rather than popping off reactionary warnings about the dangers of being 'addicted' to communications? when do we get to consider the benefits of living with one foot in the Net and the other in meatspace?
a capa do novo disco do eels é totalmente fora do comum - da banda. eu não sei onde mark escondeu aquelas capas fofas e redondinhas, mas acho que ele usou toda a quota de criatividade, meiguice e beleza nas músicas.
levei a kika pra fazer xixi na chuva. não tinha outro jeito. agora ouço meus discos novos mais alto porque é dia e eu não atrapalho o sono de ninguém. sumday do grandaddy, yours mine & ours do pernice brothers e o shootenanny - sim, do eels. não sei se foi o término da fase de meditação ou a fase das drogas, mas mark oliver provavelmente está em sua melhor - fase:forma.
estou tentando descobrir por qual motivo o messenger (versão 6) salva os arquivos de log em xml. parece que agora tudo está caminhando para os feeds e isso não me soa tão ruim, por sinal, me soa até bom demais. quem sabe daqui um ano os portais brasileiros comecem a usar feeds em tudo. por sinal a adobe anunciou XML/PDF form design software e a corel (junto com a Xcential): XML tools for government customers. sim, eu já havia citado o bill em office com xml na semana passada. e sim, eu achei o ícone novo do don muito grande.
passei metade da tarde com o pc desligado pois troquei minha mesa do workspace pela mesa de trabalho da mãe. nessa mudança acabei arrancando fora as gavetas da mesa da mãe (muita martelada e pilhas de ferramentas) além de chegar a conclusão que a perfeita mesa de computador pra mim hoje seria uma prancheta idêntica a que o gio usava quando cursava arquitetura. ainda não sei se espero a mãe voltar de viagem para que ela me ajude a pintar os móveis. acho que passarei na loja de ferragens semana que vem.
ele diz pra eu não ficar estressada porque a verdade é que a saudade me deixa com cara de choro em finais de domingo e todos os dias quem têm ou não cara de passeio lá fora. então eu vou assistir ER e o que vejo é o personagem do dr. romano perdendo seu braço a espera de um helicóptero. a ironia da vida é muito estranha às vezes.
e sim, porque sou meio lerda só compreendi agora. o sutter mudou de casa porque lane está saindo da carolina do norte para morar com ele no the mission.
em sessões vespertinas nas salas de cinema do moinhos de vento, aos finais de semana, o público parece ser sempre meia e terceira idade. eu gosto disso. e eu gosto de perceber que às vezes, somente pelo final - um filme consegue valer a sessão. e sim, não sou muito fã de filmes mexicanos, mas la hija del canibal tem seus cinco minutos de glória.
tempos atrás contei que o baterista do dealership, o chris, estava com banda nova. foi através do the small hours que conheci o adam (que é o dupla de chris nesta banda-projeto). acho que foi no início do ano quando troquei alguns e-mails com o adam sobre uma possível participação no viralata. sim, o adam tem um blog que escreve ao lado de lisa (a companheira de casa e de vida). e sim, eu não nego que gosto muito deles. e sim, estava vendo hoje, as fotos novas disponibilizadas por lisa (que é fotógrafa profissional e sim, ex-professora de pequenos).
o problema deve ser 'insegurança ao administrar mídias' - para um público. eu posso 'supor' o que um público gostaria, mas eu jamais saberei ao certo o que o público realmente prefere. poder construir e manter meu site me permite estar segura quanto as mídas que 'eu' prefiro. me sentir melhor usando meu computador me permite controlar minhas configurações e utiliza-las da forma que desejo - mas daí, quando calha de aparecer o 'público' novamente, eu esbarro na insegurança - e ela me incomoda.
charles, eu queria te pedir um conselho quanto aos vídeos. tentei de tudo quanto foi jeito renderizar os .avis com codecs em .movs do mesmo tamanho, mas só em tamanho menor que eles não crepam. montei em flash também e em .wmv, mas como é cd-rom, eu preferia não usar windows media player (pq se eu inserir em pop-up vai ficar feio), então vou te mandar dois arquivos e queria que vc me dissesse o que ficaria melhor, ok? um está em .swf e o outro em .mov, no tamanho menor. o tamanho original dos videos é de 320x240. eu gostaria da sua opinião estética, tá?
dez minutos depois...
ok... pensa assim - você preferiria ver um video num cd-rom: num pop-up com os controles de play-pause-stop do windows media ou apenas um pop-up com o video sem controle? (esse seria em flash). ai, charles, me ajuda! será que eu uso .wmv? me dá um conselho...
dormi pensando no .wmv e quando acordei o charles me deixou mais segura quanto a usá-los. se a mãe estivesse aqui, ela diria: 'carmela, não tem que ficar perfeito', e eu ficaria nervosa e responderia: 'mas eu tenho que gostar do resultado, poxa!'
a kika comeu três neosaldinas antes da viagem de meus pais. ontem à tarde ela parecia ou chapada ou doente ou me fazendo pensar que iria morrer. ela já passa bem, mas perdeu o fôlego para caminhar mais de sete quadras. acho que hoje, ela teve overdose de rua.
each workspace reproduces its designer's world in miniature
esses dias eu e o charles conversávamos sobre a arrumação do apartamento dele. ele dizia: 'temos que sujar muito as paredes, se for preciso colocamos até um casaco colado numa delas'. essa conversa me fez lembrar da melhor matéria sobre workpaces que já li nos últimos tempos (gosto tanto de ver workspaces que tenho um carinho especial por este projeto). eu amo minha sala de trabalho aqui na residência, mas confesso que gostaria que ela fosse maior. falta espaço pra muita coisa e muita coisa fica guardada dentro de malas de couro velhas que servem de decoração pro quarto. muitas coisas ficam fora de mão e quando abuso do pequeno espaço da sala, ela fica exatamente como se parece todos os dias - bagunçada. de qualquer forma, a sala continua sendo estimada e o próximo projeto é plagiar decoração de carol e transformar todos os meus móveis madeira: brancos.
esse final de semana, em LA, ocorre uma exposição na galeria sixspaces sobre graphic and digital pop art (pelo artista sean bonner que é meigo e tem até blog no site dele). os trabalhos expostos na sixspaces são tão bacanas (mês passado foi sobre girls and girls) que me fazem pensar que - se parte da família - o gio, a mãe e eu trabalhássemos juntos, acabaríamos mais cedo ou mais tarde, montando algo semelhante (o gio é o artista que eu gostaria de ser). enfim... parte da arrumação da exibição do bonner: uma parede, parede com postcards, parede mural, pinturas chamadas '80's TV cars', e os nossos cereais.
às vezes ele fica irado como eu, mas eu sei o motivo: ele valoriza tanto quanto eu.
não sou fã de mogway porque devo ter sérios problemas compreendendo o tipo de música que eles fazem. não é blah, não tem estilo sarah records e nada de barulhinhos de criança - ou seja - não conquista fácil meus ouvidos. de qualquer forma, preciso citar a banda pelo fabuloso video que fizeram para hunted by a freak (sim, o link cai num arquivo de vídeo que encontrei numa de minhas revistas de design). o estilo é desenho feito lambchop em 'is a woman', mas o enredo tem em muito - originalidade.
ainda falando em vídeos, continuo admirada pela surpreendente constatação desta manhã: meu flash mx lê codecs! tive de dar adeus ao vegas por estar crepando os .movs e agora prossigo publishing com 80% de qualidade e vídeos 56% menores. sim, eu adoro sentar para administrar mídias (imagina se eu teria essa chance dois anos atrás!).
charles e eu baixamos o messenger (versão 6). charles disse: 'acho que vou ficar mais seis meses no canadá pra gente brincar com esses emoticons novos'. (besta)
e já que messenger é bill e bill gosta de coisas novas (às vezes, e por novas não 'necessariamente' temos 'melhores'), o novo office parece que está a caminho:
The most notable new features in Office 2003 include the ability to save documents in XML (Extensible Markup Language) format in addition to in Office's native file format. This should allow data to be read by other software, such as corporate databases and customer relationship management (CRM) tools.
mandei esse link pro charles e disse: 'é a casinha nova do meu funcionário predileto do blogger'. charles pergunta: 'quem?' eu respondo: 'o sutter'. charles pergunta: 'o gordão?' eu respondo: 'não, o magricelo' - e não adiciono: 'o que namora lane que mora longe dele'.
então meus pais viajam no sábado. as férias duram até dia quatro de agosto, mas não sei exatamente quando eles estarão de volta à porto alegre. a mãe diz que eu fiquei doente porque não quero que ela viaje, seguindo aquela idéia fixa de que eu ando com ciúmes do neto que ainda nem nasceu (o que é bem provável).
minha tarefa antes da viagem é preparar cópias de um cd-r com as músicas do gio - meu irmão. minha vó (que fez aniversário ontem) vai ganhar da família um mini-system com cd - aos seus setenta e seis anos. ontem ela me contou ao telefone que fez uma vela de anjinho para o bisneto que ainda nem nasceu além de - como sempre - não questionar porque não estou saindo de férias também. me desejou bom trabalho e me deu os parabéns.
estou ouvindo meu irmão num de seus últimos trabalhos. semana passada ele me mandou um link com fotos recentes dele, e no final de semana, a mãe recebeu algumas fotos via email. a mãe diz que o gio não envelhece, e realmente, o gio além de não envelhecer, parece que a cada ano fica mais novo. quando ele deixou o brasil, fazia seu apelido de 'velhote' ter sentido - agora, ele é ele.
infelizmente minha insatisfação jornalística na web continua, e pior, nem sequer é infelicidade sob o ponto de vista 'conteúdo'. estava lendo anil(ontem) e continuo pensando sobre quais motivos (hipócritas) levaram a infoworld a banir links para seus artigos. se isso pudesse ser classificado como censura, de qual tipo seria? será que o mercado enxerga essa vida diária?
netscape parece ter realmente morrido, e eu começo a pensar que AOL jamais será tão inovadora como um dia - aparentemente - foi. às vezes eu me assusto ao perceber que - parado aqui - você é um profissional morto. óbvio que isso vale para os profissionais desta área, mas esses profissionais hoje - já são muitos. o yahoo está pagando bilhões para continuar vivo e a microsoft - não conseguindo comprar google - começa a procurar por profissionais na área de blogs. e no final disso tudo, você implora pra jamais ter de reler um texto como este.
a campanha de toril vai retornar este final de semana. o chico (DM) escreveu avisando que o grupo (players) está indo para uma chácara jogar intensivamente (da tarde de sábado à tarde de domingo). eu estava animada - até receber um mail com dez mundanças no enredo.
o jogo será reiniciado algumas horas depois do grupo afugentar os ogres (darkwof acertou aquelas 2 flechas de longe). o caminho que ele escolheu é errado (muuuito mais longo), e o PC dele jamais cometeria este erro pois tinha pressa para chegar em quaervarr, cujo território conhece bem. ou seja, a batalha com os orcs nunca aconteceu! assarion não morreu.
ainda não consigo acreditar que a última aventura da campanha que tivemos no início do ano será totalmente excluída. modéstia a parte, acho que foi uma de minhas melhores aventuras e até mesmo com minha super arma (um estilingue) fui capaz de matar um orc. não entendo qual a graça em jogar RPG quando DMs sentem pena de seus jogadores e os trazem de volta à vida. eu não quero perder minhas doze shurikens e minha soqueteria de prata - eu realmente gosto desse meu pc (personagem).
enfim,... como não poderei participar da intensiva RPG no final de semana, volto ao trabalho definitivamente fã do vegas. o programa é certamente o melhor renderizador de videos para sistema operacional windows e com o codec instalado, estou conseguindo converter todos os .avis (formato deprimente) em .mov para dar um pouco mais de 'beleza' ao mateiral do cd-rom de rádio multimidia.
e enquanto os arquivos vão renderizando eu vou adicionando mais rss feeds ao meu mais 'novo' estimado programa - o feedreader.
estava terminando de reler o jason kottke (agradecendo ao mt por ter feito a vida dele valer a pena novamente) quando o mail de cinnamon chegou com o pdf do artigo sobre a mena. ainda não o li, mas o farei - before going to bed.
enquanto observava o template do blog do lauro esta noite fiquei pensando se os usuários do blogger - ao escolher o template de seus blogs - prestam atenção nos nomes dos criadores desses templates. pensei nisso porque grande parte destes, foi criação de jason sutter, um dos cinco bloggers que agora são googlers. volta e meia eu escrevo algo sobre jason aqui não apenas porque ele namora lane que mora longe dele, e não apenas porque ele é um blogger agora google. dos cinco funcionários da ficção pyra vira oop, eu sempre tive predileção por dois: o shellen por motivos óbvios e o jason, porque me faz pensar (e se você assistiu 'o que fazer em caso de incêncio', remeta este pensar à cena da personagem 'nele' recolhendo os brinquedos e se olhando no vidro do forno).
ainda dos cinco bloggers agora googlers, não sei se já mencionei aqui que ev, o criador da ferramenta, namorou tempos atrás jane, que um dia foi funcionária da microsoft. jane é amiga de shannon que mora no canadá e que tem como referência no seu nome de domínio, sua cachorrinha. estou falando sobre shannon porque eu a lia muito ano passado, e porque hoje, lendo jane, descobri que ela casou. eu não vou mentir que não me emociono com essas coisas porque eu lembro bem de quando shannon começou a namorar edmond, um programador numa empresa de video games em são francisco. e eu me lembro bem da época que shannon quis parar de atualizar seu blog e de todas as linhas de saudades e de viagens que ela ou edmond escreviam.
i'm not upgrading but yes, i'm updating my feelings
na noite de quinta devo entregar a montagem de um cd-rom sobre rádio multimídia, e mesmo sabendo que deveria estar trabalhando neste momento, resolvi pensar em noites de chuva observadas pela janela. pensei muito nisso noite passada, e me lembrei muito do quanto estimava observar a videira do estacionamento do prédio do charles, em noites de chuva.
charles está editando as novas músicas do bgm esta noite, e eu acabei de checar se ele havia blogado hoje. sim, eu não acho que o resultado do teste dele mentiu ou deu errado, e sim, eu também fui descobrir minha porcentagem geek: 38,85% - major geek.
o xp-pro disse esta manhã que meu profile estava corrompido e que ele não podia me logar como de costume. webmail funcionando, às seis da manhã lá fui eu:
charles...
aconteceu uma catástrofe e eu preciso da sua ajuda. meu windows XP está dizendo que meu profile esta corrompido e quando ele abre xp, abre como outro usuário e eu não tenho sequer vestígio das minhas coisas. isso é horrível charles... me ajuda.
ele responde:
você não quer que eu faça isso contigo online? estou com o messenger aberto.
seis horas depois charles me mostrava os segredos escondidos atrás de tantas pastinhas - sim, de nomes mais fazidos que nas versões anteriores do sistema. era eu nervosa e ele calmo. era eu temendo perder todos os meus programas com ele dizendo 'tô aqui, comendo um pastelzinho e acho que tá na hora de você fazer um backup, né? ' - e tudo que eu pensava era: por favor, sisteminha, não me deixa perder meu 'três semanas de trabalho pre-loader em flash', minha pastinha de received files e todo meu folder de programs (onde guardo minhas fontes zipadas, e todos os aplicativos já instalados). o sistema não perdeu nada. escondeu tudo, guardou tudo muito bem organizado e eu virei mais fã de xp-pro do que já era (e sim, meu profile agora tem ícone de sapo de banheiro - daqueles de borracha).
don park, o consultor techie olhos puxados, acordou sábado com um pensamento: blogs will fade away within two years.
what we know now as blogs will not be recognized by web users of tomorrow, not as blogs, but as websites. website technologies and blogging technologies will converge into one. people take it for granted that webpages can be edited using their browser. people will also take it for granted that any webpages can be subscribed to with a single-click. web browsers will be changed to support all this and more like highlighting of changes.
esse é um tipo de visão de futuro que não me soa incoerente. e é o tipo de visão que eu apóio. don enxerga o 'agora' antes de pensar no futuro, ele tem olhos grandões.
por sua vez, não acredito que colby cosh tenha feito 'tanta' pesquisa assim para listar os doze weblogs mais populares do canadá. se ao menos eu soubesse que metodologia usou, talvez compreendesse porque grant e james ficaram de fora (sim, concordo com cinco dos listados).
aol chega tarde, mas chega querendo os milhões da década de 90.
a veja-online está para restringir o acesso somente à assinantes da revista assim como a folha de são paulo faz e desfaz e esporadicamente tenta fazer novamente. ela - a revista - chega semanalmente nas manhãs de domingo na residência, mas caso não chegasse, também não faria muita falta. o fato é que eu ainda não concordo com a comercialização de produtos jornalísticos na rede. e eu também não acho que funcione. sim há a exceção 'salon' que precisou comercializar para sobreviver, mas também igual ao conteúdo de salon não existe impresso e como salon, dificilmente há outro produto semelhante. mas o fato é: você pode ler nytimes sendo cadastrado, você pode ler zh sendo cadastrado e você pode ler the globe e tantos outros simplesmente sendo cadastrado. tudo bem que é um pé no saco se cadastrar, mas visto que pesquisa de público vale o que vale (depois da monografia aprendi o valor), é um custo irrisório comparado ao custo de uma mensalidade duas casas de reais para poder ler: online.
esse tipo de coisa me faz lembrar dos sacais abusos de 'importantes' temendo a substituição do papel pela tela, do cd original pelo cd-r ripado em casa. o mercado ainda não entendeu, né?
de qualquer forma, fui atrás da veja pra mencionar a matéria 'brasil high-tech' sobre como a indústria de software 'avança no país e é usada até para revitalizar centros históricos'. da editoria de cidades, a matéria é sobre o centro antigo do recife, transformado em porto digital com cerca de 58 empresas e cerca de 1 000 profissionais.
Um estudo recente do Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos, sobre a produção de software brasileira, indiana e chinesa, mostrou que o Brasil precisa se organizar para conquistar espaço nesse mercado de 300 bilhões de dólares anuais, antes que o façam outros países em desenvolvimento, como Rússia, Filipinas, Argentina e México.
não é apenas no mercado de softwares que o brasil precisa se organizar. 'brasil high tech' está longe de ser um título decente quando nem mesmo o e-mail do repórter está disponível na 'super' veja-online (em breve somente para assinantes).
o herton tem razão: sempre fico feliz quando escrevo aqui. com tantos mails pendentes e coisas de trabalho como webdesigner para prosseguir (já ultrapassando a fase de mega-atrasados), se não fizer tudo aos poucos não colocarei a agenda em dia. e o corpo agora também não está ajudando: minha garganta dói mais do que tudo, minha cabeça pesa muitos quilos e minhas narinas me incomodam - isso se chama gripe, e eu não gosto de pensar em sistema imunológico.
Demeter is the name of the American Museum of Natural History's supercomputer. Built by biologist Ward Wheeler from off-the-shelf parts, the Linux cluster is now ranked the 107th-fastest computer in the world on the Top 500 supercomputers list.
01. Still, weit und weg - Jan Plewka
02. I fought the law - The Clash
03. The everlasting - Manic Street Preachers
04. The wisp - Simian
05. Whiteout - Boss Hog
06. Paul ist tot - Fehlfarben
07. Smash it up - The International Noise Conspiracy
08. In the city - The Jam
09. Twist - I Am Kloot
10. Fickt das System - Die Sterne
11. A song for the lovers - Richard Ashcroft
12. Return the gift - Gang Of Four
13. Ein Jahr (es geht voran) - Jan Plewka
14. Bomben-Villa (Score-Track)
15. Flo im Auto (Score-Track)
16. Asservatenkammer (Score-Track)
17. Alle laufen los (Score-Track)
18. Allein machen sie dich ein - Ton Steine Scherben
charles vasculhou o backup dos emails trocados comigo de um e dois anos atrás. eu perdi o meu quando troquei o laptop pelo desktop atual, de forma que muitas coisas que escrevi no passado, só ele tem arquivada. obviamente que a filtragem ou o grau de seleção das amostras foi feita por ele, mas foi interessante perceber quais linhas foram copied and pasted (to me) today. a verdade é que eu nunca achei que ele se importaria com uma determinada data, mas hoje ele me surpreendeu - era um sábado também.
algumas músicas da trilha de o que fazer em caso de incêndio eu consegui baixar nesta madrugada, outras eu tinha, e outras permanecem desconhecidas porque ao que me parece - a alemanha não gosta muito de troca de arquivos. de qualquer forma, senti mesmo por não conseguir nada de Jan Plewka que é dono de duas faixas da trilha - mesmo assim, consegui dois arquivos do show dele na premiere do filme em Berlim (arquivo um, arquivo dois).
o filme tem sua excelência, seus cortes perfeitos, sua anarquia dramatizada com reverência, belíssimos atores, fotografia de outono, figurino 'i love bill gates' (é uma camiseta) e apetrechos da legolândia (é o robot dog). o filme ainda tem radiohead em cena de chuva (ficou fora da trilha da virgin, mas é no surprises do ok computer).
sim, eu tirei parte da minha tarde para assistir o meu querido filme alemão do ano. e é certo, de todas as escolas de cinema das mais diversas nacionalidades, é com a alemã que eu mais me identifico. sim, eu seria uma cineasta na alemanha - em munique.
ari: 'não esqueça da inscrição para o Mestrado em Comunicação'. (eu posso?! webs são realmente essas pessoas que andam num jipinho e que percorrem longas estradas pra consertar probleminhas. acho que eles até mesmo abastecem nossos bancos de incentivo - talvez eles não desejem que a esperança acabe no meio do caminho).