trying to locate bugs in the code of my heart
o dia que conheci o pai do charles foi o mesmo dia que o pai dele conheceu meu pai. nesse dia meus pais tiveram a primeira crítica quanto ao meu 'inglês', possivelmente um feedback que eles estavam esperando há anos depois de tantas andanças (em parte) financiadas. segundo o pai do charles meu aprendizado deve ter sido bom porque ele não pareceu desgostar do meu inglês, mas minha séria tendência a detestar meu conhecimento pena até hoje.
sim, eu ri muito (como de costume) quando conversei com chuck (+), e o bom de termos trabalhado simultaneamente separados (ele gravando o audio e eu o video) é que ele ficou com o arquivo mais penoso para auto-críticas (minhas). entre um bocado de assuntos díspares colocados todos juntos numa curta conversa, chuck me fez comentar sobre a monografia e fez questão de criticar minhas (possíveis) conclusões. ele opta pelo lado romântico da investigação enquanto era disso que eu mais fugia no final da pesquisa. no fundo, parece que o percurso investigativo que comecei um tempo atrás não chega ao fim... porque cada vez parece mais óbvio que a sensibilidade em weblogs é fruto da receptividade, onde essa sensibilidade poderia ser entendida como o sistema de representação social que produz e faz circular um conjunto de significados coerentes sobre uma determinada área do conhecimento. e é bem provável que o coração seja uma dessas áreas.